Três Razões para Não Comer Carne de Peixe

Vídeo – PETA: “The three best reasons not to eat sea animals.”
Veja o que o consumo de carne de peixe pode causar aos animais, à sua saúde e ao meio ambiente.

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RIC Rural mostra documentário sobre o Código Florestal

Vídeo sobre o Código Florestal

O programa RIC Rural fala sobre o atual Código Florestal, de 1965, que precisa ser atualizado. Produtores podem perder as suas terras e o assunto é de interesse de todos.

Mágica com mensagem ecológica

Mágica muito inteligente com uma mensagem ecológica sobre a água o planeta.

Parabéns pelo trabalho Mágico Will !!!!

 

 

A história das coisas – Assista e comente!!!

Este vídeo mostra os problemas sociais e ambientais criados como consequência do nosso hábito consumista, apresenta os problemas deste sistema e mostra como podemos revertê-lo, porque não foi sempre assim.

Dublagem: Nina Garcia

Coleção frases célebres sobre a Natureza

“Precisamos desconstruir a percepção de que a água vem apenas da torneira e que simplesmente consertar um pequeno vazamento é o bastante para assumir uma atitude sustentável”, Albano Araujo, coordenador da The Nature Conservancy.

Aquecimento global deve forçar migração de população inteira do País-Ilha Kiribati no Sul do Oceano Pacífico

O governo do pequeno arquipélago de Kiribati, no Pacífico Sul, anunciou na quarta-feira, 10 de novembro, que a população inteira do país-ilha, de 100 mil habitantes, terá de ser deslocada se o nível do mar continuar a subir como consequência das mudanças climáticas.

“Para algumas comunidades, já é tarde demais. Não há como protegê-los”, relatou o presidente do Kiribati, Andote Tong. A população do país vive em 33 atóis e em uma ilha vulcânica. Nos últimos anos, as autoridades buscam terras que possam acolher a população, caso o país desapareça.

Tong também demonstrou preocupação com um possível fracasso na 16ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre o Clima (COP16), que será realizada de 29 de novembro a 10 de dezembro, em Cancún (Mexico). Especialistas em política internacional acreditam que a convenção climática dificilmente produzirá um acordo com peso de lei internacional voltado para a redução das emissões de gases-estufa dos países.

No entanto, é provável que haja uma definição no que diz respeito ao financiamento de nações ricas para as mais vulneráveis quanto a medidas de mitigação e adaptação as mudanças climáticas.

Em dezembro de 2009, você viu aqui no EcoD que Tuvalu, pequeno país–ilha localizado na Oceania, conseguiu suspender por algumas horas as negociações da COP15, em Copenhague (Dinamarca), depois de exigir dos líderes mundiais um acordo legal que seja mais restritivo do que o Protocolo de Kyoto.

A iniciativa de Tuvalu levou a uma rara divisão no grupo G77 mais a China, que costuma negociar em bloco pelos países em desenvolvimento. O país-ilha é uma das nações mais ameaçadas pelo aumento do nível dos mares, e teve o apoio de outros integrantes da Associação dos Pequenos Países-Ilha (Aosis, na sigla em inglês), que inclui as ilhas Cook, Barbados e Fiji, além de países pobres da África, como Serra Leoa, o Senegal e Cabo Verde.

por Redação EcoD + Pesquisa Google

Uma nova espécie é encontrada a cada três dias na Amazônia

Redação EcoDesenvolvimento.org

sapo exótico exotic frog

Foto: Allobates granti_female + Philippe J. R. Kok

Mais de 1.200 novas espécies de plantas, peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos foram descobertos no bioma Amazônia nos últimos 10 anos. As descobertas estão publicadas no relatório Amazônia Viva: uma década de descobertas 1999-2009, da Rede WWF, e, de acordo com especialistas, reforçam a diversidade e riqueza biológica local.

O documento apresenta 637 plantas, 257 peixes, 216 anfíbios, 55 répteis, 16 aves e 39 mamíferos descobertos durante o período determinado, contabilizando uma média de uma nova espécie revelada a cada três dias.

Para o coordenador da Iniciativa Amazônia Viva da Rede WWF, Francisco Ruiz, o relatório demonstra a incrível diversidade de vida na Amazônia. “O relatório nos faz lembrar quanto ainda temos que aprender sobre essa região única e o que pode se perder se não promovermos a conservação ambiental”, afirmou.

Ele reforçou ainda que é necessário garantir benefícios econômicos, sociais e ambientais para a população amazônica e também para aquelas que vivem na zona de influência climática da Amazônia como forma de ajudar a controlar a destruição.

Para o superintendente de conservação do WWF-Brasil, Cláudio Maretti, o relatório é um grande incentivo para o trabalho de conservação da biodiversidade no país. “O Brasil é o país com o maior número de espécies descobertas nessa década. Foram 280 novas espécies. Seis das sete espécies de primatas descobertos estão no Brasil. Temos que continuar protegendo a Amazônia e conservando ainda mais essa grande riqueza do país”, lembrou.

Entre as novas descobertas está uma espécie de sucuri, a Eunectes beniensis, uma rã com colorações marcantes (foto), a Ranitomeya amazônica, o Papagaio-de-cabeça-laranja (que está na lista das “quase ameaçadas”, pelo fato de sua população ser razoavelmente pequena e estar em declínio devido à perda de habitat) e outra espécie de Boto-cor-de-rosa.

papagaio de cabeça laranja exotic bird

Foto: Pyrilia aurantiocephala – 1 + Arthur Grosset

Ameaças

Para os especialistas, o relatório deve servir de alerta para as ameaças contra a Amazônia, que teve 17% de sua floresta destruída nos últimos 50 anos (uma área maior do que a da Venezuela e o dobro da Espanha).

Uma das principais causas dessa transformação é a rápida expansão dos mercados regional e mundial para a carne, soja e biocombustíveis, o que provoca o aumento da procura pela terra. Estima-se que 80% das áreas desmatadas na Amazônia estejam ocupadas por pastagens para o gado. A Amazônia ainda sofre o impacto dos modelos de desenvolvimento não-sustentável, do rápido crescimento econômico na região e da crescente demanda energética.

As florestas da Amazônia abrigam não somente a maior diversidade de vida do planeta como, também, estocam entre 90 e 140 bilhões de toneladas de carbono. A liberação de até mesmo uma pequena porção desse carbono, como resultado da perda florestal e da mudança no uso da terra, iria acelerar o aquecimento global de forma significativa e comprometer a vida no planeta assim como nós a conhecemos.

“É preciso agir com urgência e imediatamente se quisermos evitar esse cenário assustador”, destacou Francisco Ruiz. “O destino da Amazônia, e de suas espécies, sejam elas conhecidas ou ainda a serem descobertas, depende de uma mudança significativa no atual modelo de desenvolvimento adotado em todos os países amazônicos”, concluiu.

Com informações do WWF.