Travessia segura para animais selvagens atravessarem a rodovia – Holanda

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‘Doutor harpia’ cria aves silvestres para a reintrodução na natureza

Criador construiu harpiódromo de três andares com 21 harpias. Roberto Azeredo faz reprodução das aves dispensando uso de chocadeiras.

Do Globo Natureza com informações do Globo Rural

O criatório de Roberto Azeredo, devidamente regularizado pelo Ibama, fica no final da estradinha de terra, no município de Contagem, na Grande Belo Horizonte, em Minas Gerais. Ele cria espécies nativas em risco de extinção para a reintrodução em locais de onde desapareceram.

O criador construiu um harpiódromo de três andares com 21 harpias, a maior das aves de rapina. No primeiro andar ficam as aves solteiras, que ainda não reproduziram; no andar intermediário foram colocadas as aves em recuperação; e no andar superior estão os casais. A fêmea é um pouco maior em relação ao macho. Embora não seja biólogo, Roberto Azeredo é cuidadoso e bom observador.

“A harpia tem um sistema de camuflagem interessante, com o peito branco e as costas negras. Se tem as costas para o céu, ela sempre está de frente porque o branco se camufla com o branco do céu. Se está dentro da mata de costas para a floresta, ela mostra a parte escura”, explica Azeredo.

A harpia usa a boa visão e a capacidade de olhar para trás sem mover o corpo para caçar. A garra, principal arma da ave, serve para a ave prender a carne enquanto tira pedaços pequenos do alimento.

Azeredo com as harpias de sua criação (Foto: TV Globo)

Roberto Azeredo foi o primeiro no Brasil a criar harpias em cativeiro com as próprias aves chocando os ovos, dispensando a utilização de chocadeiras. “O período de encubação foi de 54 dias no criatório. A ave nasce pesando uma média de cem gramas e com uma visão muito apurada”, explica.

O criador diz que recebeu há alguns anos uma harpia repatriada da Alemanha. O animal foi trazido de volta ao Brasil porque estava doente e poderia morrer. Assim que chegou ao criatório, Azeredo notou que havia em torno do bico na altura do nariz da ave uma grande quantidade de abelhas. Algumas delas entravam nas narinas. Ao mesmo tempo, ele observou que a harpia passou a respirar cada vez melhor até sarar e que as abelhas retiravam das narinas da ave o material para usar no ninho.

Azeredo com as harpias de sua criação (Foto: TV Globo)

Após identificar as abelhas, Azeredo ajeitou uma caixa para abrigar um enxame perto da ave. Agora, essa relação está até mais facilitada. O inseto faz a limpeza das vias aéreas da harpia e em troca leva o material de que precisa. Tudo parece indicar que harpia estava com falta de ar na Alemanha por ausência das abelhas.

Outra simbiose foi notada no momento de reprodução das harpias. O criador descobriu uma casa de formigas carnívoras dentro do ninho. São formigas vorazes que atacam em grupo. Ele temeu que elas atacassem o filhote ou roubassem a carne trazida pelos pais.

“Eu não tirei as formigas. Então, quando os pais levavam a carne para o ninho, percebi que as formigas não atacam a carne do ninho. Elas esperam os pais jogarem o resto da carne no chão para comer o que está no chão”, diz Azeredo.

As formigas usam um ninho como abrigo e fazem a limpeza do entorno. Com o criatório sem fins materiais, Roberto Azeredo, que criou e devolveu para a natureza cerca de 600 aves nativas em vários estados, prevê fazer no próximo ano a primeira soltura da harpia.

Green School – Making a Different

Example for Humanity in Bali, Indonesia

Empowering global citizens and green innovators who are inspired to take responsibility for the sustainability of the world

see more: www.greenschool.org

by Óscar Kemps

 

Biologia 12º – Sustenbilidade / Freiburg (cidade ecológica)

Sustentabilidade já!

Entenda porquê:

Na Amazônia, 8.600 áreas do tamanho do Maracanã são desmatadas todos os dias.

São 154.000 árvores por hora.

Calcula-se que em 2050, 45% da população não contará com a porção mínima individual de água.

O derretimento das geleiras acontece 3 x mais rápido que na década de 80.

veja o vídeo, divulgue e comente.

Bicimáquinas

Essa ideia vem da Guatemala e é muito boa. A ONG Maya Pedal, com sede em San Andrés Itzapa, é uma organização sem fins lucrativos que aceita doações de bicicletas do mundo todo, principalmente dos Estados Unidos e do Canadá. E o que ela faz com elas? Máquinas movidas a energia humana!

Segundo a ONG, o pedal das bicicletas tem um poder enorme e pode ser aproveitado para inúmeras aplicações que, de outro modo, precisariam de energia elétrica (que pode não estar disponível) ou de energia das mãos (o que necessita de muito mais esforço). As bicimáquinas, como são chamadas, são agradáveis e fáceis de usar. Elas podem ser construídas com materiais disponíveis localmente e ser facilmente adaptadas para atender às necessidades da população local. Além disso, elas livram os usuários de custos elevados com energia, podem ser usadas em qualquer lugar, são fáceis de manter, não produzem poluição e proporcionam exercícios saudáveis.

Lá são feitos bombas de água, moinhos, debulhadoras, liquidificadores para fazer sabonetes e xampus e muito mais. A oficina da Maya Pedal está sempre cheia e é composta por moradores e por voluntários de todo o mundo. Nela, a ONG não só constrói as bicimáquinas, como também oferece serviços de reparação e venda de bicicletas usadas.

O projeto, gerido pelo engenheiro e fundador da ONG, Carlos Marroquin, trabalha com diversos parceiros locais, ONGs, cooperativas agrícolas e produtores rurais orgânicos. Além disso, recebe o suporte de uma série de organizações internacionais, entre elas o gigante MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), nos EUA.

Iniciada em 2007, com a participação da organização canadense PEDAL, a Maya tem a missão de se tornar um centro de pesquisa e desenvolvimento do potencial de uso do pedal como forma de energia, além de servir como fonte para a promoção desses produtos de baixa tecnologia. E o mais interessante é que ela disponibiliza de graça os arquivos em PDF com as instruções de como produzir as bicimáquinas.

Telhados Verdes – Fotos

Já bastante populares em países escandinavos, os “telhados verdes” com uma longa história também na Alemanha, aos poucos estão conquistando adeptos na América Latina, a exemplo do Mexico, onde a implantação de jardins nos telhados das edificações têm despertado interesse e aceitação.

Além do México, onde o governo estuda a criação de leis que regulamentam a “naturação” em grande escala” “os telhados verdes” começam a surgir também na Bolívia e em Cuba, onde pesquisadores buscam soluções para as condições tropicais que lhe são inerentes, em espaços urbanos densamente habitados.

Na Universidade Humboldt de Berlim, com financiamento da União Européia, foi criada uma rede de cooperação entre instituições acadêmicas envolvendo pesquisadores de universidades da Alemanha, Brasil, Espanha, Grécia, Bolívia, Cuba, México e Equador.
voltada para a pesquisa sobre o melhor tipo de vegetação a ser utilizado em cada “telhado verde” onde através de experimentos práticos os especialistas dessas universidades trocam informações constantes.

A idéia é transformar os “telhados verdes” em pequenos pulmões das grandes cidades criando corredores que facilitem a circulação atmosférica, melhore o microclima, reduza o consumo de energia, provoque um decréscimo no uso do ar condicionado em regiões quentes e isolem o frio em regiões com invernos rigorosos, já que sob um telhado coberto de vegetação, as baixas temperaturas demoram mais para chegar aos espaços internos, um problema de pouca importância para o Brasil, mas essencial para países europeus e regiões montanhosas do México e Bolívia.

Outro aspecto interessante é que nas regiões de chuva intensa, as áreas naturadas podem reter de 15% a 70% do volume de águas pluviais, prevenindo a ocorrência de enchentes.
Estudos demonstram que para uma cobertura verde leve de 100m2, cerca de 1400 litros de água de chuva deixam de ser enviados para a rede pública. Multiplique este valor pela soma de todas as coberturas de uma grande cidade e veja a contribuição para a redução desse problema.

Os telhados verdes reduzem também os efeitos danosos dos raios ultravioletas, os extremos de temperatura e os efeitos do vento, vez que nesses telhados.a temperatura não passa de 25º C contra 60º C dos telhados convencionais.

Em termos de custos os dos telhados verdes variam entre 80 e 150 dólares o m2, ou seja de um terço à metade do custo das estruturas convencionais.
Existem dois tipos de telhados verdes: os intensivos basicamente parques elevados que conseguem sustentar arbustos, árvores, passagens, bancos, etc., e os extensivos que são criados por seus benefícios ambientais mas não funcionam como jardins de cobertura acessíveis.

O telhado verde mais famoso dos EUA é o do City Hall de Chicago que reúne sistemas intensivos, extensivos e intermediários e os mais antigos e conhecidos do mundo são os famosos Jardins Suspensos da Babilônia.

Postado por Camila abreu em http://www.obviusmag.org

[…] informações de Wikipedia, Ecotelhado, Fronteira da Paz e Karla Cunha. Imagens e vídeo de: Pão e Ecologia, Google Imagens e Youtube. // // * * * * * (1) […]