Green School – Making a Different

Example for Humanity in Bali, Indonesia

Empowering global citizens and green innovators who are inspired to take responsibility for the sustainability of the world

see more: www.greenschool.org

by Óscar Kemps

 

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Telhados Verdes – Fotos

Já bastante populares em países escandinavos, os “telhados verdes” com uma longa história também na Alemanha, aos poucos estão conquistando adeptos na América Latina, a exemplo do Mexico, onde a implantação de jardins nos telhados das edificações têm despertado interesse e aceitação.

Além do México, onde o governo estuda a criação de leis que regulamentam a “naturação” em grande escala” “os telhados verdes” começam a surgir também na Bolívia e em Cuba, onde pesquisadores buscam soluções para as condições tropicais que lhe são inerentes, em espaços urbanos densamente habitados.

Na Universidade Humboldt de Berlim, com financiamento da União Européia, foi criada uma rede de cooperação entre instituições acadêmicas envolvendo pesquisadores de universidades da Alemanha, Brasil, Espanha, Grécia, Bolívia, Cuba, México e Equador.
voltada para a pesquisa sobre o melhor tipo de vegetação a ser utilizado em cada “telhado verde” onde através de experimentos práticos os especialistas dessas universidades trocam informações constantes.

A idéia é transformar os “telhados verdes” em pequenos pulmões das grandes cidades criando corredores que facilitem a circulação atmosférica, melhore o microclima, reduza o consumo de energia, provoque um decréscimo no uso do ar condicionado em regiões quentes e isolem o frio em regiões com invernos rigorosos, já que sob um telhado coberto de vegetação, as baixas temperaturas demoram mais para chegar aos espaços internos, um problema de pouca importância para o Brasil, mas essencial para países europeus e regiões montanhosas do México e Bolívia.

Outro aspecto interessante é que nas regiões de chuva intensa, as áreas naturadas podem reter de 15% a 70% do volume de águas pluviais, prevenindo a ocorrência de enchentes.
Estudos demonstram que para uma cobertura verde leve de 100m2, cerca de 1400 litros de água de chuva deixam de ser enviados para a rede pública. Multiplique este valor pela soma de todas as coberturas de uma grande cidade e veja a contribuição para a redução desse problema.

Os telhados verdes reduzem também os efeitos danosos dos raios ultravioletas, os extremos de temperatura e os efeitos do vento, vez que nesses telhados.a temperatura não passa de 25º C contra 60º C dos telhados convencionais.

Em termos de custos os dos telhados verdes variam entre 80 e 150 dólares o m2, ou seja de um terço à metade do custo das estruturas convencionais.
Existem dois tipos de telhados verdes: os intensivos basicamente parques elevados que conseguem sustentar arbustos, árvores, passagens, bancos, etc., e os extensivos que são criados por seus benefícios ambientais mas não funcionam como jardins de cobertura acessíveis.

O telhado verde mais famoso dos EUA é o do City Hall de Chicago que reúne sistemas intensivos, extensivos e intermediários e os mais antigos e conhecidos do mundo são os famosos Jardins Suspensos da Babilônia.

Postado por Camila abreu em http://www.obviusmag.org

[…] informações de Wikipedia, Ecotelhado, Fronteira da Paz e Karla Cunha. Imagens e vídeo de: Pão e Ecologia, Google Imagens e Youtube. // // * * * * * (1) […]

Veja o ranking das 10 cidades mais limpas do mundo!

1º Calgary (Canadá)

Centro financeiro e comercial, onde estão localizadas as sedes das principais empresas petrolíferas do Canadá, Calgary ocupa a primeira posição desta lista. Diante de uma rápida expansão econômica e populacional, a cidade reformulou seu sistema de saneamento nos últimos dois anos com o programa Too Good to Waste, que busca diminuir a quantidade de resíduos enviados para aterros. Esforços adicionais estão sendo feitos para reduzir os resíduos de construção civil e demolição, por meio do aumento da reciclagem de materiais (como madeira, asfalto, gesso, telhas e concreto), bem como incentivo financeiro e programas de educação ambiental.

Sistema de saneamento e reciclagem de Calgary (CAN) é referência em todo o mundo/Foto: midwinterphoto

 

2º Honolulu (Havaí – EUA)

A paradisíaca Honolulu é a segunda cidade mais limpa do mundo, segundo ranking da Mercer. A capital do Havaí e principal porto das ilhas havaianas possui exuberantes áreas verdes, praias de águas cristalinas e a melhor qualidade de ar dos Estados Unidos. E mais: em Honolulu, a água é filtrada através de rochas vulcânicas, sendo conhecida por ser livre do gosto de cloro comum em abastecimentos de outras cidades.

Honolulu, no Havaí, possui exuberantes áreas verdes, praias de águas cristalinas e a melhor qualidade de ar dos EUA/Foto: Slightlynorth
Honolulu, no Havaí, possui exuberantes áreas verdes, praias de águas cristalinas e a melhor qualidade de ar dos EUA/Foto: Slightlynorth


3º Ottawa (Canadá)

Ottawa não é apenas a capital do Canadá, mas um dinâmico centro cosmopolita de cultura e inovação tecnológica, com uma inigualável qualidade de vida. O sistema de transporte público é totalmente integrado, dispondo de uma eficiente malha de rotas de ônibus e um sistema de metrô de superfície. Muitas vias públicas estão dedicadas exclusivamente ao tráfego de ônibus, bicicletas e pedestres. A sede do governo canadense conta ainda com uma qualidade de água notável. Em 2009, todas as fontes de água potável da cidade obtiveram classificação máxima.

Transporte público é um dos orgulhos de Ottawa/Foto: sfllal
Transporte público é um dos orgulhos de Ottawa/Foto: sfllal

 

4º Helsinque (Finlândia)

Capital da Finlândia e maior cidade do país, Helsinque leva em conta as condições e as oportunidades do ambiente natural em seu planejamento e incentiva a conservação da natureza, com ações de educação ambiental. Apesar das pressões por novas construções residenciais e comerciais, a cidade consegue preservar, de maneira comprometida, suas áreas verdes e de lazer. Em seu site, Helsinque disponibiliza relatórios que apontam um redução das emissões de gases estufa por estações de energia, indústria e sistemas de aquecimento de residências, graças ao uso de tecnologias eficientes e combustíveis mais limpos, o que melhora o ar da cidade.

Helsinque consegue preservar, de maneira comprometida, suas áreas verdes e de lazer/Foto: swperman
Helsinque consegue preservar, de maneira comprometida, suas áreas verdes e de lazer/Foto: swperman

 

5º Wellington (Nova Zelândia)

Moderna e bem estruturada, Wellington ergue-se entre encostas de morros com vistas para a exuberante Baía de Port Nicholson, de águas tranparentes, apesar do grande volume de navios que ancoram por ali. O Ministério de Meio Ambiente da Nova Zelândia atribui o bom ar local ao isolamento da cidade, baixa densidade populacional e à proximidade do mar. A poluição veicular também é controlada. Para se ter uma ideia, em 2009, as concentrações de monóxido de carbono foram em sua maioria classificadas como “excelentes”, devido à melhoria das tecnologias automotivas.

Boa qualidade do ar impressiona em Wellington, na Nova Zelândia/Foto: Nicki-G
Boa qualidade do ar impressiona em Wellington, na Nova Zelândia/Foto: Nicki-G

 

6º Mineápolis (EUA)

A qualidade do ar em Mineápolis está entre as melhores dos Estados Unidos e do mundo, quando comparada com a de outras grandes cidades. O bom desempenho atmosférico foi conseguido graças a um monitoramento constante de poluentes ao longo dos anos. A cidade também aposta na iluminação pública mais eficiente com a adoção de lâmpadas fluorescentes, que duram mais tempo que as convencionais e garantem uma economia de energia e dinheiro.

Mineápolis tem monitoramento constante de poluentes/Foto: chadmagiera
Mineápolis tem monitoramento constante de poluentes/Foto: chadmagiera

 

7º Adelaide (Austrália)

Adelaide pode ser considerada um exemplo de desenvolvimento econômico e preservação ambiental. Localizada ao Sul da Austrália, a cidade é sede de plantas industriais da General Motors Holden e Mitsubishi – praticamente metade dos carros produzidos na Austrália são de Adelaide, além de fábricas de equipamentos hospitalares e componentes eletrônicos. Parte da receita oriunda dass intensas atividades industriais e comerciais é aplicada no desenvolvimento sustentável da cidade. Segundo o estudo, a região tem se afastado da dependência de aterros sanitários como parte do seu Plano Estratégico 2007, e não mede esforços para reduzir a geração de resíduos e incentivar a reciclagem.

Apesar do desenvolvimento industrial, Adelaide investe na redução de resíduos e incentiva a reciclagem/Foto: aartfielder

 

8º Copenhague (Dinamarca)

Copenhague tem sido repetidamente reconhecida como uma das cidades com melhor qualidade de vida do planeta. Não é por menos. A capital da Dinamarca foi a primeira cidade no mundo a promover o empréstimo público de bicicletas. Cerca de 40% de sua população pedala diariamente entre idas e vindas de casa ao trabalho, da escola para o cinema, e em outros deslocamentos cotidianos. Mas os sistemas alternativos de transporte são apenas uma parte do planejamento urbano sustentável da cidade. Anfitriã de convenções internacionais, Copenhague é elogiada pelos esforços desenvolvidos na última década para manter as águas de seu porto limpas e seguras – tão seguras que é possível até nadar nelas.

Copenhague foi a primeira cidade no mundo a promover o empréstimo público de bicicletas/Foto: Pablo Municio
Copenhague foi a primeira cidade no mundo a promover o empréstimo público de bicicletas/Foto: Pablo Municio

 

9º Kobe (Japão)

Localizada junto a um dos maiores portos comerciais do mundo, a cidade japonesa de Kobe é conhecida pela beleza de seu meio ambiente e pela variedade de entretenimento na área urbana da cidade, cuja paisagem é realçada pelo Monte Rokko. Quando o assunto é qualidade de vida, Kobe apresenta desempenho invejável, com elevadas taxas de expectativa de vida e alfabetização quase 100%. Em termos de limpeza, a cidade se orgulha do seu sistema de drenagem de águas residuais, separadas de modo que as fortes chuvas não afetam o tratamento de resíduos. Outro ponto a favor da atmosfera clean são os sistemas viários projetados para manter o tráfego em movimento constante, garantindo menor emissão de poluentes ocasionados por congestionamentos.

Kobe tem elevadas taxas de expectativa de vida e alfabetização quase 100%/Foto: veroyama
Kobe tem elevadas taxas de expectativa de vida e alfabetização quase 100%/Foto: veroyama

 

10º Oslo (Noruega)

Nada das tradicionais indústrias, avenidas congestionadas, barulho ou ar poluído. O que se vê na capital e maior cidade da Noruega é uma paisagem rodeada de colinas e florestas densas, repleta de lagos, parques naturais e casas coloridas. Sem grandes fábricas em seu território (de apenas 454 quilômetros quadrados), Oslo garante aos seus moradores uma boa qualidade de ar, apesar dos veículos, e reduzidas emissões de gases efeito estufa. A fim de seguir uma sólida estratégia de gestão de resíduos sólidos, os restos orgânicos produzidos no centro urbano são desviados para tratamento em uma unidade de biogás, sendo transformados em combustível para os ônibus locais. Além disso, o gás metano proveniente do aterro sanitário é coletado e convertido em eletricidade.

Capital da Noruega, Oslo tem baixas emissões de gases estufa/Foto: mgreener57

Capital da Noruega, Oslo tem baixas emissões de gases estufa/Foto: mgreener57

Fonte: ecodesenvolvimento.org.br

Com informações do Exame.com no site Cidades Inovadoras

Aquecimento global deve forçar migração de população inteira do País-Ilha Kiribati no Sul do Oceano Pacífico

O governo do pequeno arquipélago de Kiribati, no Pacífico Sul, anunciou na quarta-feira, 10 de novembro, que a população inteira do país-ilha, de 100 mil habitantes, terá de ser deslocada se o nível do mar continuar a subir como consequência das mudanças climáticas.

“Para algumas comunidades, já é tarde demais. Não há como protegê-los”, relatou o presidente do Kiribati, Andote Tong. A população do país vive em 33 atóis e em uma ilha vulcânica. Nos últimos anos, as autoridades buscam terras que possam acolher a população, caso o país desapareça.

Tong também demonstrou preocupação com um possível fracasso na 16ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre o Clima (COP16), que será realizada de 29 de novembro a 10 de dezembro, em Cancún (Mexico). Especialistas em política internacional acreditam que a convenção climática dificilmente produzirá um acordo com peso de lei internacional voltado para a redução das emissões de gases-estufa dos países.

No entanto, é provável que haja uma definição no que diz respeito ao financiamento de nações ricas para as mais vulneráveis quanto a medidas de mitigação e adaptação as mudanças climáticas.

Em dezembro de 2009, você viu aqui no EcoD que Tuvalu, pequeno país–ilha localizado na Oceania, conseguiu suspender por algumas horas as negociações da COP15, em Copenhague (Dinamarca), depois de exigir dos líderes mundiais um acordo legal que seja mais restritivo do que o Protocolo de Kyoto.

A iniciativa de Tuvalu levou a uma rara divisão no grupo G77 mais a China, que costuma negociar em bloco pelos países em desenvolvimento. O país-ilha é uma das nações mais ameaçadas pelo aumento do nível dos mares, e teve o apoio de outros integrantes da Associação dos Pequenos Países-Ilha (Aosis, na sigla em inglês), que inclui as ilhas Cook, Barbados e Fiji, além de países pobres da África, como Serra Leoa, o Senegal e Cabo Verde.

por Redação EcoD + Pesquisa Google

Uma nova espécie é encontrada a cada três dias na Amazônia

Redação EcoDesenvolvimento.org

sapo exótico exotic frog

Foto: Allobates granti_female + Philippe J. R. Kok

Mais de 1.200 novas espécies de plantas, peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos foram descobertos no bioma Amazônia nos últimos 10 anos. As descobertas estão publicadas no relatório Amazônia Viva: uma década de descobertas 1999-2009, da Rede WWF, e, de acordo com especialistas, reforçam a diversidade e riqueza biológica local.

O documento apresenta 637 plantas, 257 peixes, 216 anfíbios, 55 répteis, 16 aves e 39 mamíferos descobertos durante o período determinado, contabilizando uma média de uma nova espécie revelada a cada três dias.

Para o coordenador da Iniciativa Amazônia Viva da Rede WWF, Francisco Ruiz, o relatório demonstra a incrível diversidade de vida na Amazônia. “O relatório nos faz lembrar quanto ainda temos que aprender sobre essa região única e o que pode se perder se não promovermos a conservação ambiental”, afirmou.

Ele reforçou ainda que é necessário garantir benefícios econômicos, sociais e ambientais para a população amazônica e também para aquelas que vivem na zona de influência climática da Amazônia como forma de ajudar a controlar a destruição.

Para o superintendente de conservação do WWF-Brasil, Cláudio Maretti, o relatório é um grande incentivo para o trabalho de conservação da biodiversidade no país. “O Brasil é o país com o maior número de espécies descobertas nessa década. Foram 280 novas espécies. Seis das sete espécies de primatas descobertos estão no Brasil. Temos que continuar protegendo a Amazônia e conservando ainda mais essa grande riqueza do país”, lembrou.

Entre as novas descobertas está uma espécie de sucuri, a Eunectes beniensis, uma rã com colorações marcantes (foto), a Ranitomeya amazônica, o Papagaio-de-cabeça-laranja (que está na lista das “quase ameaçadas”, pelo fato de sua população ser razoavelmente pequena e estar em declínio devido à perda de habitat) e outra espécie de Boto-cor-de-rosa.

papagaio de cabeça laranja exotic bird

Foto: Pyrilia aurantiocephala – 1 + Arthur Grosset

Ameaças

Para os especialistas, o relatório deve servir de alerta para as ameaças contra a Amazônia, que teve 17% de sua floresta destruída nos últimos 50 anos (uma área maior do que a da Venezuela e o dobro da Espanha).

Uma das principais causas dessa transformação é a rápida expansão dos mercados regional e mundial para a carne, soja e biocombustíveis, o que provoca o aumento da procura pela terra. Estima-se que 80% das áreas desmatadas na Amazônia estejam ocupadas por pastagens para o gado. A Amazônia ainda sofre o impacto dos modelos de desenvolvimento não-sustentável, do rápido crescimento econômico na região e da crescente demanda energética.

As florestas da Amazônia abrigam não somente a maior diversidade de vida do planeta como, também, estocam entre 90 e 140 bilhões de toneladas de carbono. A liberação de até mesmo uma pequena porção desse carbono, como resultado da perda florestal e da mudança no uso da terra, iria acelerar o aquecimento global de forma significativa e comprometer a vida no planeta assim como nós a conhecemos.

“É preciso agir com urgência e imediatamente se quisermos evitar esse cenário assustador”, destacou Francisco Ruiz. “O destino da Amazônia, e de suas espécies, sejam elas conhecidas ou ainda a serem descobertas, depende de uma mudança significativa no atual modelo de desenvolvimento adotado em todos os países amazônicos”, concluiu.

Com informações do WWF.

Imagens impactantes sobre o plástico nos mares

Quase metade de todo lixo produzido pelo homem termina no mar.

“Dê uma olhada ao seu redor. Quase tudo que nós comemos, bebemos ou usamos está, de alguma forma, embalado em plástico – um material fabricado para durar para sempre e que, ainda assim, é utilizado em produtos que nós jogamos fora logo após o uso”.

A afirmação acima é dos organizadores do projeto 5Gyres – uma excursão que teve início no dia 8 de janeiro e irá percorrer os oceanos do mundo tentando compreender os problemas causados pelo plástico através da exploração, educação e ação.

Idealizada pelo casal de pesquisadores Marcus Eriksen e Anna Cummins, a viagem fará o primeiro estudo sobre poluição marinha por plásticos em todos os cinco pontos críticos do planeta e conta com o apoio de organizações e pesquisadores renomados, como o capitão Charles Moore, fundador da Fundação de Pesquisa Marinha Algalita (AMRF).

Mais grave do que podemos ver

O problema, segundo os organizadores do projeto, é que “o plástico foi criado para durar para sempre, mas desenhado para ser jogado fora”. O estímulo constante ao consumo fortalece o ciclo de exploração, fabricação, uso e descarte de tudo que o dinheiro pode comprar – consequência de uma cultura do “jogar fora” e que não avalia os problemas que tudo isso pode causar. Continuar lendo