Terremotos

Terremoto ou sismo são tremores bruscos e passageiros que acontecem na superfície da Terra causados por choques subterrâneos de placas rochosas da crosta terrestre a 300m abaixo do solo. Outros motivos considerados são deslocamentos de gases (principalmente metano) e atividades vulcânicas. Existem dois tipos de sismos: Os de origem natural e os induzidos.

As maiorias dos sismos são de origem natural da Terra, chamados de sismos tectônicos. A força das placas tectônicas desliza sobre a astenosfera podendo afastar-se, colidir ou deslizar-se uma pela outra. Com essas forças as rochas vão se alterando até seu ponto de elasticidade, após isso as rochas começam a se romper e libera uma energia acumulada durante o processo de elasticidade. A energia é liberada através de ondas sísmicas pela superfície e interior da Terra.

Calcula-se que 10% ou menos da energia de um sismo se reproduz por ondas sísmicas. Existem também sismos induzidos, que são compatíveis à ação antrópica. Originam-se de explosões, extração de minérios, de água ou fósseis, ou até mesmo por queda de edifícios; mas apresentam magnitudes bastante inferiores dos terremotos tectônicos.

As conseqüências de um terremoto são:
• Vibração do solo,
• Abertura de falhas,
• Deslizamento de terra,
• Tsunamis,
• Mudanças na rotação da Terra.

Além de efeitos prejudiciais ao homem como ferimentos, morte, prejuízos financeiros e sociais, desabamento de construções etc. As regiões mais sujeitas a terremotos são regiões próximas às placas tectônicas como o oeste da América do Sul onde está localizada a placa de Nazca e a placa Sul-Americana; e nas regiões em que se forma novas placas como no oceano Pacífico onde se localiza o Cinturão de Fogo. O comprimento de uma falha causada por um terremoto pode variar de centímetros a milhões de quilômetros como, por exemplo, a falha de San Andreas na Califórnia, Estados Unidos.

Só nos Estados Unidos acontecem cerca de 13 mil terremotos por ano que variam de aproximadamente 18 grandes terremotos e um terremoto gigante sendo que os demais são leves ou até mesmo despercebidos.
A escala mais usada para medir a grandeza dos terremotos é a do sismólogo Charles Francis Richter. Sua escala varia de 0 a 9 graus e calcula a energia liberada pelos tremores. Outra escala muito usada é a Mercalli-Sieberg, que mede os terremotos pela extensão dos danos. Essa escala se divide em 12 categorias de acordo com sua intensidade.

CONSUMISMO ESTÁ FORA DE MODA

Ser fashionista está por fora. Desde que a economia americana entrou em crise, afetando muitas outras economias do mundo, bacana é ser recessionista. A palavra define as pessoas que praticam consumo consciente, inteligente e de bom gosto – enfim, gente com talento para garimpar achados. Uma recessionista detesta exibir a marca das roupas que usa. Pelo contrário, orgulha-se de suas pechinchas e adora promoções (para fazê-la feliz, convide-a para um bazar de ponta de estoque, a liquidação da liquidação!). Ser recessionista é consumir pouco. Ou, antes de tudo, nem consumir, porque vale muito mais a pena reciclar (ou cuidar bem do que se tem).Os americanos, justo eles, os reis do consumo, ajudaram a propagar o termo. Fizeram do blog The Recessionista um sucesso. O endereço foi criado por uma executiva de marketing da IBM para compartilhar suas boas compras. O mercado tratou de se adaptar à nova onda, nos Estados Unidos e em toda parte, lançando produtos e propagandas adequados aos tempos de não-consumo. A marca de cosméticos francesa Bourjois, por exemplo, apresentou a “coleção recessionista”, com batons, máscaras e blushes baratinhos. O jornal ingles The Sunday Times publicou artigo com cinquenta frases interpretadas a partir da lógica dessa nova raça de consumidores. “Redecorar o quarto” equivale a “reorganizar a prateleira de livros”. E “adquirir um novo cachecol”, a “aprender a fazer tricô”.
Adaptado por:

Edilene Teles Barbosa

Graduada em Biologia- PUC.

Amazônia

A Amazônia está na crista da onda. Seu futuro tem sido discutido, nos últimos anos, de maneira intensa pela comunidade científica, mídia, políticos e sociedade em geral tanto no Brasil quanto no resto do mundo. Não é para menos. Afinal é a maior área contínua de floresta tropical do mundo e já foi considerada o pulmão do nosso planeta na luta contra o aquecimento global, teoria hoje descartada. No entanto, sua importância continua sendo grande. Estudos mostram que o desmatamento poderá alterar, por exemplo, a dinâmica das chuvas no planeta, além de uma série de outros problemas. Além disso, a região é um fonte de recursos que enche os olhos de vários empresários, desde os madeireiros até a indústria farmacêutica.

 

AMAZON

AMAZÔNIA - A MAIOR FLORESTA TROPICAL DO MUNDO

A maior floresta tropical do mundo

A Amazônia é a maior floresta tropical em área contínua da Terra. São cerca de 7 milhões de quilômetros quadrados divididos entre o Brasil, Venezuela, Suriname, Guiana, Guiana Francesa, Equador e Colômbia. Nela também está a maior bacia hidrográfica do mundo com o maior rio do planeta, o Amazonas. Ficam no Brasil cerca de 80% da floresta.

A maior parte do ecossistema amazônico fica em terra firme numa grande planície de 100 a 200 metros de altitude que segue até as montanhas onde inicia a Cordilheira dos Andes. Esta grande planície é fruto dos sedimentos deixados pelo lago Belterra, que existiu na região se formou a 1,8 milhão de anos atrás e desapareceu há 25 mil anos.

Na foz da bacia hidrográfica no litoral brasileiro, o solo e a vegetação estão praticamente no nível do mar e, em algumas áreas abaixo, o que faz com que o mar invada o leito do rio, provocando um fenômeno chamado pororoca. Igarapés, estreitos riachos que cortam a mata, e igapós, extensas áreas com água cobrindo a vegetação mais baixa, são comuns na região. Uma das mais interessantes atrações turísticas da região, o encontro das águas em Manaus mostra outra característica da região: de um lado as águas escuras e ácidas do rio Negro, do outro as barrentas do rio Solimões se unem para formar o Amazonas.

 

RIO NEGRO E SOLIMÕES

Encontro das águas - Rio Negro e Solimões

 


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O LUGAR MAIS FRIO DO MUNDO

Ele fica nos confins do Polo Sul, nunca foi visitado por ninguém e pode revolucionar a astronomia.

Cordilheira A

Ridge A - o lugar mais frio do Mundo

Ainda existe um lugar, na Terra, onde o homem jamais pisou. Ele se chama Ridge A (“cordilheira A”, em inglês), fica a 4 mil metros de altitude – 30% mais alto que a cidade de La Paz, na Bolívia – e está a 600 quilômetros do Polo Sul. Mas a principal característica desse lugar, que acaba de ser revelado por imagens de satélite, é outra: Ridge A é o ponto mais frio da face da Terra, com temperatura média de 70 graus negativos. Até então, acreditava-se que o lugar mais frio do mundo fosse o lago Vostok, na Antártida, que chegou a registrar 90 graus negativos.

Mas isso foi uma exceção. “Na média, Ridge A é muito mais frio do que o lago Vostok ou qualquer outro lugar conhecido”, afirma Will Saunders, astrônomo da Universidade de New South Wales e descobridor do lugar. Ridge A é muito hostil para a vida – se é que existe alguma por lá –, mas perfeito para a ciência. O céu extremamente limpo, com poucas nuvens e sem água (a umidade relativa do ar é praticamente zero), faz de Ridge A o lugar perfeito para a instalação de um telescópio. “É o lugar mais próximo do espaço que você pode alcançar sem sair da Terra”, afirma o cientista atmosférico Patrick Minnis, da Nasa.

O telescópio de Ridge A será 3 vezes mais nítido do que qualquer outro instalado no planeta e terá imagens tão boas quanto as do Hubble. A primeira expedição a Ridge A está prevista para o ano que vem, e o telescópio deverá ser construído pela China e pela Austrália, dona do território. Quando ficar pronto, em 2012, será controlado a distância por um sistema de computadores – o lugar é inóspito demais para viver. A descoberta é o último passo de uma corrida científica no Polo Sul, que vai ganhar telescópios construídos pelos EUA, pela Itália e pela França.

Ridge A

Mapa - Ridge A

Ridge A - Google Earth

Best place on earth for astronomical observation - Imagem de Satélite - Google Earth

Juliana Cunha
Revista Superinteressante – 11/2009

AMMA – Produz móveis com garrafas PET

Criatividade, consciência ecológica e habilidades manuais, são alguns dos ingredientes utilizados pelos educadores ambientais da Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma) para transformar garrafas plásticas de refrigerante (pet) em móveis de decoração para cômodos de casa, como: salas, quartos e cozinhas. Muitas são as peças que estão sendo produzidas com garrafas pelos os monitores ambientais do Órgão, como por exemplo, cama de solteiro, pufe, poltrona e agora recentemente foi criada uma mesa de dois lugares com garrafas de 600 ml.

sustentabilidade - criatividade - coleta seletiva

móveis ecológicos - feitos com garrafas PET

“Uma verdadeira fábrica de móveis ecológicos”, é como o diretor de Gestão Ambiental da Amma, Thiago Camargo nomeia a quantidade de utensílios domésticos que tem sido produzido pelos técnicos da gerência de educação ambiental. “O objetivo é promover uma integração com o público que participa das atividades da Agência, além de estimular a criatividade de cada um, assim conseguimos minimizar os impactos ambientais causados pelo descarte de materiais que normalmente são desprezados pela população de forma equivocada”, alerta Thiago. Continuar lendo

O que é Ecologia

O Novo Dicionário Aurélio diz : – Ecologia é a parte da biologia que estuda as relações entre os seres vivos e o ambiente em que vivem, bem como as suas recíprocas influências.  tartaruga marinha

Ecologia, também é, o ramo das ciências humanas que estuda a estrutura e o desenvolvimento das comunidades humanas em suas relações com o meio ambiente e sua conseqüente adaptação a ele, assim como novos aspectos que os processos tecnológicos ou os sistemas de organização social possam acarretar para as condições de vida do ser humano.

Como podemos observar, “ecologista” é o cientista, o técnico, o pesquisador, o educador, enfim, um profissional que atua sobre o tema meio ambiente.

O prefixo “eco” vem do grego “oikos”, que significa, casa, domicílio, habitat.

A ciência ecologia foi idealizada em 1866 pelo biólogo alemão Ernest Haekel.

As pessoas leigas e os movimentos que defendem o meio ambiente são erroneamente chamados de ecologistas, e como vimos, ecologista se enquadra em outra categoria, mais profissional, mais técnica, pois quem defende o meio ambiente deve ser chamado de “ambientalista”.