Biologia 12º – Sustenbilidade / Freiburg (cidade ecológica)

Sustentabilidade já!

Entenda porquê:

Na Amazônia, 8.600 áreas do tamanho do Maracanã são desmatadas todos os dias.

São 154.000 árvores por hora.

Calcula-se que em 2050, 45% da população não contará com a porção mínima individual de água.

O derretimento das geleiras acontece 3 x mais rápido que na década de 80.

veja o vídeo, divulgue e comente.

Filme Ocepar sobre o Código Florestal

O Brasil vive um momento importante sobre a definição do novo Código Florestal Brasileiro, Projeto de Lei da Câmara nº 30/2011 e que atualmente se encontra no Senado Federal e que precisa de alguns ajustes importantes. O País precisa de um marco regulatório moderno, que oportunize o equilíbrio entre a produção agropecuária e a proteção do meio ambiente.
Para que todos possam entender melhor o que precisa ser ajustado no novo Código para que o mesmo não se torne algo impeditivo para que milhares de agricultores continuem em suas atividades, fazendo o que melhor sabem: produzir alimentos, a Ocepar produziu este video/documentário sobre a questão e merece que ser assistido por todos.
O Brasil é o campeão em extensão de cobertura verde, ocupando pouco menos de um terço da superfície do país, a atividade agropecuária produz, anualmente, 161 milhões de toneladas de grãos, rende 76 bilhões de dólares em exportações, gera 26% do produto interno bruto e 37% dos empregos rurais e urbanos.
Este vídeo está sendo exibido na internet e foi entregue aos deputados federais, senadores e lideranças.

Produção:
REALIZA VÍDEO PRODUÇÕES S/S LTDA
Cliente: OCEPAR
Produção e exibição: JULHO/AGOSTO 2011

Direção : JUSSARA LOCATELLI, Roteiro: PAULO VÍTOLA, Reportagem: LUCIANE LEMOS
Cinegrafista: VANDERLEI EMERENCIANO
Assistente: JONAS MENDES, Produção: JOANA FIGUEIREDO, Comp. gráfica: DOUGLAS MERIZZIO
Coordenação de Comunicação do Sistema Ocepar: SAMUEL Z. MILLÉO FILHO

RIC Rural mostra documentário sobre o Código Florestal

Vídeo sobre o Código Florestal

O programa RIC Rural fala sobre o atual Código Florestal, de 1965, que precisa ser atualizado. Produtores podem perder as suas terras e o assunto é de interesse de todos.

Barcelona – cidade modelo em sistema de coleta de lixo por sucção

O Jornal Nacional está apresentando desde segunda-feira uma série de reportagens especiais sobre as soluções encontradas por muitas cidades para reaproveitar o lixo. Na última reportagem sobre o assunto, o correspondente Marcos Losekann mostra como alguns lugares da Europa revolucionaram a maneira de transportar o que é jogado nas lixeiras.

Lixo amontoado, jogado no chão e espalhado pelas ruas. Não, essa não é a realidade de pelo menos 50 cidades européias que já descobriram um jeito de varrer o lixo para debaixo da terra – tudo de forma ecologicamente correta. Em vez de latas, que dependem de coleta periódica, bocas de lixo. Através das escotilhas, os cidadãos jogam os sacos. A partir daí, começa um show de tecnologia.

Todas as bocas de lixo são conectadas a um gigantesco sistema de tubulação enterrado a, pelo menos, cinco metros da superfície. Trata-se de um grande sugador, que aspira o lixo de hora em hora, dia e noite, o ano inteiro.

Os sacos chegam a ”viajar” a 70 quilômetros por hora embaixo da terra. O destino final é um centro de coleta, geralmente instalado na periferia da cidade. O lixo entra diretamente em um container, que depois de cheio é transportado para uma usina de triagem, ainda mais afastada da cidade. Plásticos, latas e papel são reciclados. O lixo orgânico vira combustível para mover turbinas que produzem eletricidade.

A ideia nasceu na Vila Olímpica de Barcelona, construída especialmente para os Jogos de 1992. Parecia impossível unir lixo com limpeza e higiene. Mas deu tão certo que virou exemplo para a cidade inteira. O sistema acaba com a sujeira nas ruas, com as latas de lixo e, principalmente, com a coleta – um método que geralmente custa caro e polui o meio ambiente. Pelo menos 160 caminhões de lixo deixaram de circular diariamente pelas ruas da cidade.

Um barbeiro, que sempre viveu em Barcelona, é um dos maiores defensores do sistema.
“Não tem mau cheiro, não tem o barulho insuportável dos caminhões de lixo, é tudo limpinho”, ele observa. “É uma questão de inteligência e conscientização”.

Nos últimos 18 anos, a prefeitura de Barcelona vem investindo sistematicamente na instalação dos tubos.

“É como o fornecimento de água, gás ou energia elétrica. A tubulação é enterrada embaixo do pavimento das ruas”, explica o representante da companhia que criou o sistema. E o custo com o tempo se dilui e acaba sendo igual ou até menor do que o método tradicional de coleta.

Em Barcelona, os prédios de apartamentos construídos nas últimas duas décadas já têm o sistema instalado internamente. Os moradores nem precisam mais descer com os sacos até a rua: 70% do lixo na capital da Catalunha já são recolhidos assim. E, em cinco anos, Barcelona inteira não terá mais nenhum caminhão de coleta de lixo circulando pela cidade. Solução subterrânea que ninguém vê, mas com vantagens que, com certeza, todo mundo sente.