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Habitada por 4.300 pessoas, a ilha de Samso, situada no Estreito de Kattegat, na Dinamarca, possui 100% de energia proveniente de fontes renováveis e ainda consegue excedentes energéticos que são repassados à rede pública e também são vendidos no mercado de carbono. De cada dez propriedades da ilha, sete usam o vento ou o sol para produzir energia.

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Em entrevista ao Jornal Nacional, um fazendeiro local revelou que a sobra de energia gera um faturamento equivalente a R$ 1 milhão por ano, o triplo do que rende o gado. “Eu vendo mais eletricidade do que leite”, contou ele.

Para exportar a eletricidade para o continente, a ilha utiliza cabos submarinos, que antes levavam petróleo e gás para abastecer os habitantes do local. O lucro de R$ 80 milhões por ano é usado em obras sociais pela associação de moradores.

A península possui também 70% do sistema de aquecimento gerados por energia solar e feno, além de bicicletas como veículos prioritários e carros elétricos em sua maioria. A pegada ambiental em Samso é praticamente zero.

O resultado por utilizar energias renováveis é refletido na comunidade, que ostenta um dos melhores índices de qualidade de vida do mundo, segundo o Time Magazine.

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O pequi é uma fruta nativa do cerrado brasileiro, muito utilizada na cozinha nordestina, do centro-oeste e norte de Minas Gerais.
O pequizeiro é uma arvore protegida por lei que impede seu corte e comercialização em todo o território nacional. A árvore do pequí atinge geralmente 10 metros de altura, tronco com ramos grossos, normalmente tortuosos, de casca áspera e rugosa de cor castanha acinzentada. Folhas pilosas, recobertas com pelos curtos, compostas, formadas por três folíolos com as bordas recortadas, tendo as nervuras bem marcadas. Suas folhas, ricas em tanino, fornecem substância tintorial, usadas pelas tecelãs. Grandes flores brancas-amareladas, vistosas e bastante decorativos. As flores, de até 8 cm de diâmetro, são hermafroditas. O pequizeiro floresce durante os meses de agosto a novembro. Fruto tipo drupa, arredondado, casca esverdeada, como um abacate pequeno, só que mais rechonchudinho. O fruto, do tamanho de uma pequena laranja, está maduro quando sua casca, que permanece sempre da mesma cor verde-amarelada, amolece. Polpa de coloração amarela intensa que envolve uma semente dura, formada por grande quantidade de pequenos espinhos. Seu caroço é dotado de muitos espinhos, e há necessidade de muito cuidado ao roer o fruto, evitando cravar nele os dentes, o que pode causar sérios ferimentos nas gengivas. Frutificação de novembro a fevereiro. Altamente calórico, perfumado, assim como o gosto meio adocicado, é usado como condimento. O fruto do pequizeiro é rico em Vit. A e C, principalmente. Sua polpa contém uma boa quantidade de óleo comestível, sendo muito rica em vitamina A e proteínas.
Os frutos são muito usados para se cozinhar com arroz ou outros pratos salgados, das mais variadas formas: cozido, no arroz, no frango, com macarrão, com peixe, com carnes, no leite, e na forma de um dos mais apreciados licores de Goiás. Seu grande atrativo, além do sabor, são os cristais que forma na garrafa, que dizem, são afrodisíacos.
A amêndoa ou castanha é comestível e muito saborosa. É utilizada na indústria de cosméticos para a produção de sabonetes e cremes, usado para fortalecer a pele.
O óleo da polpa tem efeito tonificante, sendo usado contra bronquites, gripes, resfriados e controle de tumores. O chá das folhas é tido como regulador menstrual, combatendo também enfermidades dos rins e bexiga. O pequi deve ser comido apenas com as mãos, jamais com talheres.
Deve ser levado a boca para então ser “raspado” – cuidadosamente – com os dentes, até que a parte amarela comece a ficar esbranquiçada e parar antes que os espinhos possam ser vistos.
Jamais atire os caroços ao chão: eles secam rápido e os espinhos podem se soltar.
A castanha existente dentro do caroço é muito saborosa; para comê-la, basta deixar os caroços secarem por uns dois dias e depois torrá-los.
A raiz é tóxica e, quando macerada, serve para matar peixes. Sua madeira é de ótima qualidade, alta resistência e boa durabilidade. A madeira fornece dormentes, postes, peças para carro-de-boi, construção naval e civil e obras de arte. Suas cinzas produzem potassa utilizada no preparo de sabões caseiros. A casca fornece tinta, de cor acastanhada, utilizada pelos artesãos no tingimento de algodão e lã. É também conhecido como piqui, piquiá, pequerim, amêndoa-de-espinho, grão-de-cavalo, suarí. A palavra pequi, na língua indígena, significa “casca espinhosa”.

 

O pequi

fonte: arara.fr

CRÉDITOS DO VÍDEO E DA REPORTAGEM AO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL.

A Natureza, em seu sentido mais amplo, é equivalente ao mundo natural ou universo físico. O termo “natureza” faz referência aos fenômenos do mundo físico, e também à vida em geral. Geralmente não inclui os objetos artificiais construídos pelo homem.
A palavra “natureza” provém da palavra germânica naturist, que significa “o curso dos animais, caráter natural.” Natura é a tradução para o latim da palavra grega physis (φύσις), que em seu significado original fazia referencia à forma inata que crescem espontaneamente plantas e animais. O conceito de natureza como um todo —o universo físico— é um conceito mais recente que adquiriu um uso cada vez mais amplo com o desenvolvimento do método científico moderno nos últimos séculos.
Dentro dos diversos usos atuais desta palavra, “natureza” pode fazer referencia ao domínio genal de diversos tipos de seres vivos, como plantas e animais, e em alguns casos aos processos associados com objetos inanimados – a forma em que existem os diversos tipos particulares de coisas e suas mudanças espontâneas, assim como o tempo atmosférico, a geologia da Terra e a matéria eenergia estes entes possuem. Frequentemente se considera que significa “entorno natural”: animais selvagens, rochas, bosques, praias, e em geral todas as coisas que não tenham sido alteradas substancialmente pelo ser humano, ou persistem apesar da intervenção humana. Este conceito mais tradicional das coisas naturais implica uma distinção entre o natural e o artificial, entendido este último como algo feito por uma mente ou uma consciência.
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