Parque Municipal do Itiquira em Formosa – Goiás

Segue a dica para Turismo Ecológico e de Aventura no Estado de Goiás:

Salto do Itiquira 168 mts - Formosa - GO

Salto do Itiquira 168 mts – Formosa – GO

O Parque Municipal do Itiquira localizado no Município de Formosa- GO. São apenas 115 km de Brasília, conta com a maior queda livre acessível do País. São 168mts de altura, dando a esse magnífico lugar toda paz e tranqüilidade para quem deseja sair do stress do dia-a-dia. O Parque municipal do Itiquira oferece um passeio de fácil acesso e calçado, do estacionamento até a queda são aproximadamente 15 minutos, é um passeio para toda as idades.
Para quem procura mais aventura o Salto do Itiquira oferece trilhas para o acesso acima da cachoeira, com um cenário incrível.

SALTO DO ITIQUIRA

A mais alta queda livre acessível do país com 168 metros de altura, equivalente a um edifício de 56 andares. 
Área de preservação ambiental

Informativo para visitação

O Parque oferece:

• Estacionamento
• Acesso calçado até a cachoeira
• Bebedouros
• Banheiros
• Bancos
• Áreas para banho de rio
• Restaurante
• Sorveteria
• Lanchonete
• Lojinha de Souvenir

Normas de funcionamento:

Horários: 9hs às 17hs
Entrada somente até as 16hs

Não é permitido:

• Entrada com alimentos e bebidas(churrasco, pique -nic)
• Circulação de animais domésticos
• Som nos veículos
• Uso de instrumento musical

 

 

 

VISTA AÉREA DA CACHOEIRA DO ITIQUIRA EM FORMOSA NO ESTADO DE GOIÁS

VISTA AÉREA DA CACHOEIRA DO ITIQUIRA EM FORMOSA – GOIÁS

 

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Turismo Sustentável

Hoje em dia vivemos em meio às poluições, utilizamos os recursos naturais para atender nossas necessidades e na maioria das vezes nem nos damos conta de que o estamos fazendo. Só nos lembramos que tudo parte da natureza quando paramos para ouvir os noticiários que imploram à população que cuide do meio ambiente e desses recursos para que não se esgotem. Ou quando se ouve falar em sustentabilidade, que é um assunto bem comum hoje em dia.

turismo

Uma atividade que utiliza muito recurso natural é o turismo, que faz da natureza pontos turísticos e exige construções de infra- estruturas para receber os visitantes, porém, tem havido uma série de propostas para amenizar esses impactos, de maneira a conciliar preservação da natureza com a expansão do turismo.

E é estudando essas propostas que muitas pessoas confundem ecoturismo com turismo sustentável.

O Turismo Sustentável é uma maneira de manter essa infraestrutura sem atitudes ofensivas ao meio ambiente, atendendo às necessidades dos turistas e dos locais que os recebem de maneira simultânea, fazendo o necessário para atender a economia, a sociedade e o ambiente sem desprezar a cultura regional, a diversidade biológica e os sistemas ecológicos que coordenam a vida.

turismo em bonito

Não é fácil estruturar um projeto de turismo sustentável, e muito menos colocá-lo em prática, pois exige atitudes ambientalistas, regras de utilização dos recursos naturais, e um pensamento ecológico, o que se contrapõe ao encontrado hoje na maioria dos lugares.

Já o Ecoturismo, é a exploração de ecossistemas em seu estado natural, sua vida selvagem e sua população nativa, o que de certa maneira preserva esses ecossistemas constantemente visitados, mas não é estruturado para preservar o meio ambiente, mas sim para fins lucrativos.

Em 2003 o Brasil começou a contar com o Plano Nacional do Turismo (PNT), que tem como base a ética e a sustentabilidade, e vem auxiliado o governo a tomar atitudes ecologicamente corretas.

Existem hoje no país outros projetos de turismo sustentável como o da Bacia Hidrográfica de Maquiné, que visa à exploração do rio sem causar danos ao meio ambiente, organizando as atividades turísticas já existentes na região e mobilizando a população com esse fim, o projeto de união do Rio de Janeiro e Minas Gerais na luta pelo turismo sustentável, o Projeto Pega Leve, voltado à convivência responsável com o meio ambiente e respeito a ele, entre tantos outros projetos encontrados pelo país afora.

O Brasil ainda está dando os primeiros passos para o turismo sustentável, havendo ainda aqui uma maior preocupação com o ecoturismo do que com primeiro, mas algumas cidades já o adotaram como, por exemplo, a cidade de Bonito, situada no Mato grosso do Sul, sendo um dos grandes destaques do turismo nacional, adotou uma política sustentável a partir dos anos 90, quando começou a ser mais visitado e sentiu a necessidade de colocar regras no turismo para que não destruísse seus bens naturais.

No exterior também encontramos cidades que já adotaram o turismo sustentável como Oeiras em Portugal, Rimini na Itália, Nuernberg na Alemanha, Gent na Bélgica, Cremôna e Réggio Calabria na Itália, Antalya na Turquia, Viareggio na Itália, Namur na Bélgica, Termoli na Itália e Salsomaggiore Terme também na Itália, todas componentes da Rede Europeia de Cidades para o Turismo Sustentável organizado no dia 8 de fevereiro de 2010 numa reunião em Bruxelas, a fim de proteger seus patrimônios naturais de um turismo mal estruturado.

turismo em Ceará

O turismo sustentável e mesmo o ecoturismo são maneiras de proteger a vida mantendo a economia ativa, uma forma de unir responsabilidade ao desenvolvimento, sendo mais um passo para o tão almejado desenvolvimento sustentável.

fonte teórica:http://www.atitudessustentaveis.com.br/sustentabilidade/turismo-sustentavel-o-que-e-turismo-sustentavel/

fotos: google.com

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Empresa desenvolve linha de painéis solares flexíveis e portáteis

Tecnologia sustentável - Produtos Ecológicos

Painéis solares flexíveis - Energia solar móvel

A energia solar já mostrou que é uma alternativa eficiente e sustentável a outras formas de energia, especialmente aos combustíveis fósseis. Mas, apesar de suas vantagens, esse modelo de captação de eletricidade ainda tem problemas, como o alto custo e a necessidade de um espaço apropriado para a sua instalação. Para reverter o quadro, uma empresa lançou uma linha de painéis solares mais finos, leves e flexíveis, capazes de se adaptar a diversos tipos de construção.

Os painéis foram desenvolvidos pela Power Film Solar e podem ser integrados ao projeto arquitetônico da construção graças à tecnologia feita com placas solares flexíveis, duráveis e de baixo custo. Medindo cerca de 0,025 milímetros de espessura, esses painéis usam apenas 1% do silício utilizado em outros painéis e são livre de cádmio.

A companhia já utiliza essa tecnologia desde 2005 em aplicações militares e agora está investindo no uso desses materiais em outros produtos. De coberturas metálicas até barracas de lona, os fabricantes garantem que o painel pode ser aplicado em qualquer superfície. A energia gerada pelas placas solares é armazenada em baterias locais e convertida em correntes elétricas que poderão ser utilizadas diretamente na iluminação local ou em outras aplicações.

A tecnologia foi testada também em produtos menores e portáteis, como carregadores de baterias, celulares, computadores e outros gadgets. As células fotovoltaicas são aplicadas em espécies de tapetes capazes de gerar até 60 Watts de eletricidade e que podem ser enrolados e transportados para qualquer lugar.

Ao todo, são quatro linhas de produtos que incluem carregadores portáteis, geradores em larga escala, coberturas de construções e até produtos customizados. Os produtos estão disponíveis em diversos países, como Estados Unidos, Turquia, Reino Unido, Canadá, entre outros. Os produtores não informaram os preços nem realizam vendas para o Brasil, mas os interessados podem buscar mais informações no site da empresa ou pelo e-mail jstone@powerfilmsolar.com.

Painel solar flexível e portátil

Ecoturismo – Sintonia para a preservação

A partir do ambiente natural (água, solo, ar, fauna e flora), a sociedade foi produzindo inúmeras formas de ser e estar no mundo.
O turismo, “entendido como um conjunto de recursos capazes de satisfazer as aspirações mais diversas, que incitam o indivíduo a deslocar-se do seu universo cotididano”1, constitui-se, portanto, numa das possibilidade de estar no mundo.
Com esses argumentos, é possível compreender que não só o ambiente ou os recursos naturais e culturais como base da atividade turística, mas igualmente o fato de que grande parte desta atividade tem como suporte a organização, o planejamento e o consumo do próprio ambiente.
E estas constatações nos levam necessariamente a outra, de extrema importância: a atividade do turismo depende, da qualidade e da proteção do meio ambiente.
As (inter)relações do turismo com o meio ambiente natural são cheias de implicações, que podemos agrupar em duas categorias: as positivas e as negativas.
Enquanto implicações positivas, a atividade turística pode interferir no ambiente natural e colaborar na sua conservação, preservação, proteção e mesmo recuperação, pela adoção de medidas regulatórias, pelo manejo e planejamento, além de poder contribuir para a circulação de capital, com o desenvolvimento econômico de uma região e pela geração de emprego e renda, o que implica a conseqüente melhoria e manutenção da qualidade de vida das comunidades receptoras.
Por outro lado, enquanto implicações negativas, decorrentes da falta de um planejamento ambiental e turístico adequado, constata-se que os recursos naturais que alicerçam essa atividade estão sujeitos a intensos processos de degradação, sendo visíveis por uso inadequado do solo, mudanças de comportamento da fauna silvestre, degradação e ocultação da paisagem, poluição em todas as suas formas e destruição de recursos marítimos e costeiros.
Mas nesse quadro, podemos identificar, entre problemas ambientais mais acentuados pela atividade do turismo, aqueles vinculados à demanda elevada de energia e água, bem como o aumento de geração de lixo e esgoto.
O avanço progressivo das implicações negativas do turismo sem planejamento adequado, colocam em risco iminente o desenvolvimento e manutenção da própria atividade, impondo a necessidade de consolidação de um novo modelo para o setor, que passa por um conjunto de ações que sejam simultâneas, sincronizadas e contínuas, envolvendo governo, o setor privado, as comunidades receptoras e o próprio turista.
O Governo Federal vem trabalhando no desenvolvimento de estratégias de fortalecimento de uma política pública para o setor, focada na perspectiva da sustentabilidade ambiental, tarefa que vem sendo construída de forma conjunta, pelo Ministério do Turismo, Ministério do Meio Ambiente e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (IBAMA). Nesse sentido o MTUR e o MMA firmaram Acordo de Cooperação Técnica que visa a inserção de critérios de sustentabilidade ambiental na atividade turística, e prevê um conjunto de ações integradas entre as duas pastas para a elaboração e implementação da Agenda Ambiental para o Turismo.
O turista também deve fazer a sua parte nesse processo, preocupando-se com a minimização dos impactos ambientais (e culturais) negativos que a atividade pode provocar.
Os empresários do setor privado que lidam direta ou indiretamente cm o turismo, podem contribuir decisivamente na construção da sustentabilidade ambiental, econômica e social da atividade, com a adoção de posturas responsáveis, conscientização e compromisso, oferecendo produtos e serviços desenvolvidos a partir do conceito de Tecnologia Ambientalmente Saudável.
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1 Bissoli, Maria A.  A problemática econômica e social do espaço turístico. Comunicarte n. 16/17, 1992, p.121.
Fonte: MTUR / MMA / IBAMA

Rio Quente – O maior rio de águas quentes do mundo

As Águas Quentes e a Conservação do Meio Ambiente

As águas quentes do Rio Quente Resorts representam uma das maiores ocorrências de águas quentes sem vinculação com vulcanismo ou outro tipo de magmatismo. O aquecimento se processa pelo aumento da profundidade, isto é, as águas das chuvas que se infiltram através do solo e rochas falhadas e fraturadas, alcançam profundidades maiores que 1000 metros e chegam a temperaturas cerca de 50ºC mais elevadas que a média anual na superfície. Depois de aquecidas, as águas migram em direção à superfície por sistemas de fraturas e quando interceptam a superfície formam as nascentes termais. Essa interpretação para o aquecimento das águas é baseada em estudos que incluem a composição das águas, as direções das estruturas geológicas (falhas e fraturas), os tipos de rochas presentes na região, além do relevo regional.

A conservação da região com suas características e biodiversidade, significam a manutenção de “serviços ecológicos”, como por exemplo os mananciais de águas quentes (para os quais a serra de Caldas tem uma importante função como área de recarga dos aqüíferos). Cada ambiente apresenta determinado grau de fragilidade e vulnerabilidade, e o seu entendimento nos conduz a ações efetivas de conservação e exploração sustentável, que significa satisfazer as necessidades atuais sem comprometer a satisfação das necessidades das gerações futuras.

Orientador: Professor José Elói Guimarães Campos - Universidade de Brasília / Instituto de Geociências

Certificação ISO 14001

A Certificação ISO 14001 é um dos parâmetros utilizados para identificar se o meio ambiente está sendo respeitado pela atividade empresarial. Para poder ostentar esse certificado, é necessário implantar um Sistema de Gestão Ambiental, avaliado e auditado periodicamente pelos órgãos certificadores e embora essa certificação não seja obrigatória, sua obtenção denota consciência e zelo.

Controle Ambiental

As atividades de controle ambiental direcionam esforços para otimizar a Gestão Ambiental. Continuar lendo

Parque Nacional Chapada dos Veadeiros

Localização
Localizado na região central do Brasil, no Estado de Goiás, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros fica a 260 km da Capital Federal Brasília e a 470 km de Goiânia.

Superfície
65.500 hectares de áreas protegidas

Reconhecido pela UNESCO como Patrimônio Mundial Natural, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros constitui o maior banco genético in natura do Cerrado brasileiro, ou seja, 25% de todo território nacional.
Um complexo hidrogeológico com terras que oscilam entre 600 e 1600 metros, forma um espinhaço que serve como divisor de águas da bacia dos rios Maranhão e Paraná.

Parque Nacional Chapada dos Veadeiros

Parque Nacional Chapada dos Veadeiros

Devido a esse fator, água é um elemento abundante na Unidade de Conservação.
São rios, córregos e cachoeiras a irrigar toda área.
Afluente do Tocantins, o Rio Preto é o principal da região.
Como o próprio nome diz, suas negras águas contrastam com o verde da vegetação e cortam os paredões da Chapada formando lindas cachoeiras ao longo do seu curso.

Salto Maior

Salto Maior

Acesso
O acesso é pela Rodovia GO 118 até a cidade de Alto Paraíso de Goiás. De lá são mais 36 km de estrada de terra (Rodovia GO 239) até a Vila de São Jorge, onde está situado o Centro de Visitação do Parque.

Vegetação na Chapada dos Veadeiros

Vegetação na Chapada dos Veadeiros

Canyons do Rio Preto - Parque Nacional Chapada dos Veadeiros

Canyons do Rio Preto - Parque Nacional Chapada dos Veadeiros

Se não bastasse a beleza selvagem natural como principal incentivo para que a Chapada dos Veadeiros se tornasse um Parque Nacional.
A riqueza da flora do Cerrado pede urgência à conservação, porque a grande maioria dessa vegetação é endêmica da região (Cerrado de Altitude), só ocorrendo neste ecossistema.

Flora
São plantas medicinais, árvores frutíferas e flores raras a compor o cenário dividido em campos limpos, campos sujos, campos rupestres e veredas acompanhadas de matas ciliares. Destacando-se a palmeira buriti, canela-de-ema, ipê-amarelo, mangabeira e orquídeas das mais variadas formas e cores.
Cristais de rocha afloram do solo entre a bela flora com variada vegetação do cerrado, composta por matas ciliares, campos cerrados, cerrados abertos típicos, como também por florestas de galeria, onde podem ser encontradas mais de 25 espécies de orquídeas, além de outras como o Pau d’Arco Roxo, a Copaíba, a Aroeira, a Tamanqueira, o Jerivá, os Buritis e o Babaçu.

Mata ciliar

Mata ciliar

Fauna
A rica fauna da região abriga espécies ameaçadas de extinção como o Veado Campeiro, o Cervo do Pantanal, a Onça Pintada e o Lobo Guará, além de outras como a Ema, a Seriema, o Tapeti, o Tatu Canastra, o Tamanduá Bandeira, a Capivara, a Anta, o Tucano de Bico Verde, o Urubu Rei e o Urubu Preto.

Onça Pintada

Onça Pintada

fonte: http://br.viarural.com/servicos/turismo/parques-nacionais/chapada-dos-veadeiros/default.htm