Brasil na Rio+20

brasil rio + 20Desde a Rio-92, o tema do desenvolvimento sustentável ocupa lugar central na política externa brasileira. A proposta do país de sediar a Rio+20 se enquadra nessa prioridade, ao criar oportunidade para que todos os países das Nações Unidas se reúnam, mais uma vez no Rio de Janeiro, para discutir os rumos do desenvolvimento sustentável para os próximos vinte anos.
Na qualidade de Presidente da Conferência, o Brasil será responsável pela coordenação das discussões e trabalhará para a formação de consensos e adoção de decisões concretas que visem ao objetivo do desenvolvimento sustentável.
Como país-membro das Nações Unidas, o Brasil apresentou ao Secretariado da Conferência suacontribuição nacional ao documento-base que dará início ao processo negociador dos documentos da Rio+20.
É especial o significado de realização da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável no Rio de Janeiro. Como sede da Cúpula da Terra, que consolidou o conceito de desenvolvimento sustentável em 1992, o Rio de Janeiro é o local ideal para realização da Rio+20, que apontará os caminhos futuros do desenvolvimento. O legado da Rio-92 – principalmente a Declaração do Rio, a Agenda 21, a Convenção Quadro sobre Mudança do Clima e a Convenção sobre Diversidade Biológica – estarão associados para sempre à lembrança da intensa participação da sociedade civil em debates da ONU, gerando o que se chamou de  “espírito do Rio”.
No plano interno, a Comissão Nacional para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, criada pelo Decreto 7.495 de 7 de junho de 2011, tem a atribuição de articular os eixos da participação do Brasil na Conferência. É co-presidida pelo Ministro das Relações Exteriores, Antonio de Aguiar Patriota, e pela Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.
Fazem parte da Comissão outros 28 Ministérios e órgãos da Administração Federal associados aos temas do desenvolvimento sustentável, bem como representantes do Governo do Estado e da Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro, do Congresso Nacional e do Poder Judiciário. A Comissão Nacional conta ainda com uma Secretaria-Executiva, presidida pelo Ministério das Relações Exteriores e integrada pelo Ministério da Fazenda; o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome; e o Ministério do Meio Ambiente, responsáveis, respectivamente, pelos pilares econômico, social e ambiental na Secretaria-Executiva.
A sociedade civil é parte integral da Comissão Nacional, contando com cerca de quarenta membros, representantes de diversos setores sociais, selecionados em processo transparente e inclusivo. Fazem parte da Comissão representantes de órgãos estaduais e municipais do meio ambiente, da comunidade acadêmica, de povos indígenas, povos e comunidades tradicionais, setores empresariais, trabalhadores, jovens, organizações não-governamentais e movimentos sociais. O processo de escolha dos integrantes da Comissão Nacional foi guiado pela Portaria Interministerial 217, de 17 de junho de 2011.
Para tratar da organização logística da Conferência, foi criado, também pelo Decreto 7.495, o “Comitê Nacional de Organização” (CNO), que tem como atribuições o planejamento e a execução das medidas necessárias à realização da Conferência Rio+20, inclusive a gestão dos recursos e contratos relativos aos eventos oficiais realizados no contexto da Organização das Nações Unidas. Também faz parte de suas competências a execução das atividades referentes à administração de material, obras, transportes, patrimônio, recursos humanos, orçamentários e financeiros, à comunicação, ao protocolo, à segurança e à conservação dos imóveis e do mobiliário utilizados na organização e na realização da Rio+20.

Fonte: http://www.rio20.gov.br  – Imagem: Riotur

Angell Falls – As Maiores Quedas de Água do Mundo

A MAGIC SCENE – Angels Falls in South America, the biggest waterfall in the world
http://en.wikipedia.org/wiki/Angel_Falls

This is a cut from the “Planet Earth – ep 3 Fresh Water 720p HD DVD”

The Planet Earth documentary is created by BBC. It is considered the greatest nature documentary created till now.

As cataratas do Anjo ou Salto do Anjo, é uma tradução incorreta já que o nome Angel é pelo seu descubridor, Jimmy Angel; portanto, o nome correto, ainda em português deve ser Salto Angel. Dito salto, forma a maior cachoeira do mundo, com seus 979 metros de altura e uma queda sem interrupção de 807 metros. Localizam-se em um rio sem nome, afluente do Rio Caroni, no Parque nacional de Canaima, na Venezuela.
Embora vistas pela primeira vez no início do século XX pelo explorador Ernesto de Santa Cruz, as cataratas não eram conhecidas pelo mundo até sua descoberta oficial pelo aviador estado-unidense James Crawford Angel, durante um vôo à procura de ouro, em 1937. No entanto, os índios Pemons já as conheciam havia bastante tempo, e chamavam-nas Churun Meru.
A altura oficial foi determinada por uma pesquisa da National Geographic Society em 1949 (veja Jungle Journey to the Worlds Highest Waterfall por Ruth Robertson). O livro de David Mott, Angels Four, relata a primeira escalada bem-sucedida pela face do Auyan Tepui (A montanha do Mal) até o topo das cataratas. As cataratas são uma das principais atrações turísticas da Venezuela.

http://www.moo.pt/maravilhas/angels_falls/

O que é Ecossistema?

Por Caroline Faria

ecossistema  é a unidade principal de estudo da ecologia e pode ser definido como um sistema composto pelos seres vivos (meio biótico) e o local onde eles vivem (meio abiótico, onde estão inseridos todos os componentes não vivos do ecossistema como os minerais, as pedras, o clima, a própria luz solar, e etc.) e todas as relações destes com o meio e entre si. 

Para que se possa delimitar um “sistema ecológico” ou ecossistema é necessário que haja quatro componentes principais: fatores abióticos, que são os componentes básicos do ecossistema; os seres autótrofos, geralmente as plantas verdes, capazes de produzir seu próprio alimento através da síntese de substâncias inorgânicas simples; os consumidores, heterotróficos – que não são capazes de produzir seu próprio alimento, ou seja, os animais que se alimentam das plantas ou de outros animais; e os decompositores, também heterotróficos, mas que se alimentam de matéria morta.

A totalidade destes organismos interagindo em um determinado local de forma a criar um ciclo de energia (do meio abiótico para os seres autótrofos, destes para os heterótrofos e destes para o meio abiótico novamente) caracterizando os níveis tróficos da cadeia alimentar constitui um sistema ecológico ou ecossistema, independentemente da dimensão do local onde ocorrem essas relações.

As dimensões de um ecossistema podem variar consideravelmente desde uma poça de água até a totalidade do planeta terra que pode ser considerado como um imenso ecossistema composto por todos os ecossistemas existentes (ecosfera).

Mas não se deve confundir “ecossistema” com “bioma”. O bioma é geograficamente mais abrangente e é predominantemente definido de acordo com um conjunto de vegetações com características semelhantes além de outros requisitos (como a Mata Atlântica).

Entretanto, como o ecossistema pode ser considerado em grande escala, as definições ficam um pouco confusas. Mas, geralmente para grandes extensões de território (de dimensões regionais) usa-se a denominação “bioma”.

Os ecossistemas são classificados de duas formas: em ecossistemas terrestres e ecossistemas aquáticos. Ambos possuem o funcionamento parecido com apenas a diferença óbvia da quantidade de água entre um e outro o que faz com que comportem formas de vida completamente diferentes embora algumas possam compartilhar ou migrar de um meio para o outro. Aos locais onde os dois tipos de ecossistemas se encontram dá-se o nome de “wetlands”, no termo em inglês, que podemos chamar de “terras alagadas”. São regiões como o Pantanal Matogrossense e as regiões alagadas da Amazônia.

Fontes
http://www.portaldomeioambiente.org.br
http://campus.fortunecity.com
http://www.ibge.gov.br

Biologia 12º – Sustenbilidade / Freiburg (cidade ecológica)

Sustentabilidade já!

Entenda porquê:

Na Amazônia, 8.600 áreas do tamanho do Maracanã são desmatadas todos os dias.

São 154.000 árvores por hora.

Calcula-se que em 2050, 45% da população não contará com a porção mínima individual de água.

O derretimento das geleiras acontece 3 x mais rápido que na década de 80.

veja o vídeo, divulgue e comente.

O que é Sinecologia?

Por Caroline Faria

sinecologia  é o ramo da ecologia que estuda as comunidades1, ou seja, as relações entre os indivíduos de várias espécies e o meio em que eles vivem. Ao contrário da ecologia clássica (autoecologia), voltada para o estudo dos indivíduos, a sinecologia objetiva compreender a influência da dinâmica das populações por meio do estudo das relações entre os indivíduos de uma espécie e os fatores ambientais, nos ecossistemas e nas próprias comunidades. A sinecologia aborda também, os conceitos relacionados à transferência de energia e matéria nos ecossistemas (ciclos tróficos e de biomassa).

Assim como o termo autoecologia, o termo sinecologia foi utilizado pela primeira vez botânico Carl Schroter (Die Vegetation Des Bodensees, 1902) e adotado durante o III Congresso Internacional de Botânica de Bruxelas (1910), mas ainda como um campo pouco explorado devido às restrições teóricas existentes na época. Apenas com o surgimento da concepção holística que culminou na Teoria Geral dos Sistemas publicada por Bertalanffy em 1968, e das descobertas nas áreas eletrônica e atômica é que a sinecologia passou a contar com os instrumentos necessários para estudar sistemas complexos e iniciar sua fase experimental.

Em 1974 durante o I Congresso Internacional de Ecologia a sinecologia é defendida como o único escopo verdadeiro da ecologia. No entanto, também é admitida a dificuldade ainda existente em se realizar estudos que adotem essa abordagem, ressaltando a realidade de que o estudo das comunidades, na maioria dos casos, resume-se, praticamente, a mera compilação de dados colhidos de forma independente.

Mesmo assim, o estudo das comunidades continua como princípio fundamental para a compreensão dos sistemas ecológicos e das comunidades que, segundo a teoria geral dos sistemas, possui características genuinamente novas que existem apenas em níveis superiores, de maior complexidade, e não no nível dos indivíduos, as chamadas características emergentes. Sendo assim, algumas propriedades dos ecossistemas não poderiam ser entendidas através apenas do estudo de suas partes constituintes, mas exigiriam uma abordagem integrada.

Na prática a sinecologia atualmente divide-se em duas abordagens: a estática e a dinâmica. A primeira, também chamada de sinecologia descritiva, busca obter conhecimentos sobre a composição, frequência, distribuição e outras características dos grupos, o que faz através do estudo descritivo destes grupos em um ambiente determinado. Já a sinecologia dinâmica, ou sinecologia funcional, tem seu foco voltado para a descrição dos grupos a suas inter-relações (inclusive dos indivíduos) sob um aspecto dinâmico, podendo ainda subdividir-se no estudo da composição das comunidades (agrupamentos de indivíduos), ou no estudo da estrutura destas comunidades (em botânica, por exemplo: estruturas arbóreas, herbáceas e etc.).

1 Conjunto de populações que habitam uma mesma área ao mesmo tempo.

Fontes:
http://w3.ualg.pt/~lchichar/ECOLOGIA%202009/Aul%20Sinecologia%20e%20sucess%C3%A3o1.pdf
http://www.inf.ufes.br/~neyval/Gestao_ambiental/Tecnologias_Ambientais2005/Ecologia/CONC_BASICOS_ECOLOGIA_V1.pdf
http://www.pucrs.campus2.br/~equerol/ecologia1.doc
http://carlschroeter.org/Articles/JSTOR%201939.08.01%20Obituary%20Carl%20Schroeter%201855-1939.pdf
http://www.tmbl.gu.se/libdb/taxon/personetymol/petymol.s.html
http://www.geografia.ufpr.br/laboratorios/labs/arquivos/Fundamentos%20da%20Ecologia%20-%20Apostila.pdf