Os Biomas Brasileiros

Excelente material criado por Wagner de Cerqueira E Francisco

O Brasil, em razão de sua grande extensão territorial, apresenta um complexo mostruário das principais paisagens e ecologias do planeta. Conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país possui nove biomas diferentes: Caatinga, Campos, Cerrado, Floresta Amazônica, Mata Atlântica, Mata de Araucária, Mata de Cocais, Pantanal, Zonas Litorâneas.

Caatinga

Caatinga

 Caatinga
Com extensão territorial de 800 mil quilômetros quadrados, presente nos estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Sergipe, Alagoas, Bahia, Piauí e no norte de Minas Gerais, esse é o único bioma exclusivamente brasileiro.
A caatinga tem uma vegetação típica de regiões semiáridas, formada por plantas xerófilas, adaptadas ao clima seco e à pouca quantidade de água. A fauna é representada por répteis, roedores, insetos, aracnídeos, arara-azul, sapo-cururu, asa-branca, cutia, gambá, preá, veado-catingueiro, entre tantos outros.

Bioma Campos

Bioma Campos

Campos
Os campos são caracterizados por vegetação composta de herbáceas, gramíneas e pequenos arbustos esparsos. Esse bioma está distribuído em áreas descontínuas do Brasil, sendo encontrado na Região Norte (Amazonas, Roraima e Pará) em forma de savanas de gramíneas baixas; e na Região Sul, com as pradarias mistas subtropicais.

Cerrado

Cerrado

Cerrado
Segundo maior bioma brasileiro, o cerrado está presente em diferentes Regiões brasileiras, entretanto é na Região Centro-Oeste que ele predomina. Apresenta clima quente e períodos alternados (6 meses) de chuva e seca. Sua vegetação é composta por árvores esparsas, arbustos e gramíneas. Uma das principais características do cerrado são as árvores com caules tortuosos e folhas coriáceas, além do solo com poucos nutrientes e com grande concentração de alumínio. A diversidade de espécies da fauna é grande: tamanduá-bandeira, tatu-bola, veado-campeiro, capivara, lobo-guará, onça-pintada, etc.

floresta amazonica

Mata Atlantica

mata de cocais

Mata de Cocais

Mata de Cocais
Ocupa uma zona de transição entre a Amazônia e as terras semiáridas do Nordeste brasileiro, abrangendo porções dos estados do Maranhão, Piauí e Tocantins. Possui solos secos e florestas dominadas por palmeiras. Sua vegetação é formada por palmeiras, como o buriti, oiticica, babaçu e carnaúba.

pantanal

zona litoranea

Zona Litoranea

Zonas Litorâneas
O Brasil possui uma costa litorânea de mais de 7 mil quilômetros de extensão em linha contínua. A paisagem do litoral brasileiro é bem diversificada, composta por dunas, ilhas, recifes, costões rochosos, baías, estuários, brejos e falésias.

Outro bioma brasileiro de grande importância é o manguezal.

Mangue

Green School – Making a Different

Example for Humanity in Bali, Indonesia

Empowering global citizens and green innovators who are inspired to take responsibility for the sustainability of the world

see more: www.greenschool.org

by Óscar Kemps

 

O que é Sustentabilidade e como aplicá-la em nosso dia-a-dia.

           Você com certeza já ouviu falar em Sustentabilidade. Mas você sabe o que realmente significa?

            Se você pesquisar o conceito de Sustentabilidade, encontrará definições que falarão sobre: “pensamento sistêmico”, “equilíbrio dos ecossistemas”, “Relatório Brundtland”, hã? Calma. Vamos entender isso de maneira mais prática?

           A idéia central da Sustentabilidade é que é possível continuarmos vivendo neste planeta com qualidade de vida e nos desenvolvendo de forma com que haja continuidade e equilíbrio em relação aos recursos naturais. Tudo o que se retira se apenas retiramos, uma hora vai acabar. Assim, devemos oferecer ao planeta tanto quanto retiramos dele. Por exemplo, se retirarmos de um terreno duas árvores para construir nossa casa, obrigatoriamente deveríamos plantar no mínimo duas árvores.

           Gosto muito do conceito definido pelo famoso “Relatório Brundtland”, publicado em 1987, que diz que Sustentabilidade é “suprir as necessidades da geração presente sem afetar a habilidade das gerações futuras de suprir as suas”. Esta é a idéia!

           Atualmente, sustentabilidade virou praticamente uma palavra da moda no mundo inteiro. Todos gostam de agregá-la aos seus discursos políticos e empresariais. Mas afinal de contas, como podemos ajudar?

           Pois limpar o oceano das manchas de óleo que os navios cargueiros despejam, ou diminuir o aquecimento global parece tarefas impossíveis, não é mesmo?

           Mas você pode ajudar de diversas formas. Vou listar abaixo algumas pequenas atividades que podem proporcionar melhorias para o planeta, lembrando que se cada um fizer um pouquinho que seja a coisa já vai começar a andar. Vamos a algumas dicas:

1.  Separar o lixo e encaminhá-lo para a reciclagem;

2.  Apagar as luzes na hora de dormir;

3.  Plantar no mínimo uma árvore por ano (elas são capazes de absorver toneladas de gás carbônico durante sua vida, purificando assim o nosso ar);

4. Evite o desperdício de água: embora pareça aquele conselho de nossas mães e avós, é vital para a continuidade da vida que evitemos o desperdício de água. Para isso, basta mudarmos pequenas atitudes do nosso dia a dia, como:

            4.1 Fechar a água enquanto está escovando os dentes;

            4.2 Manter a água fechada enquanto ensaboa a louça;

            4.3 Deixar fechada a água enquanto faz a barba;

            4.4 Conserte vazamentos e mantenha as torneiras bem fechadas;

5. Evite o desperdício de energia elétrica, pois daqui pra frente se não economizarmos energia será cada vez mais comum os desagradáveis “apagões”;

6. Informe-se sobre pequenas alternativas ambientalmente corretas para sua casa. Seja na construção ou na reforma, existem maneiras menos agressivas de lidar com a questão, dê preferência para produtos ecologicamente corretos;

7. Atenção Pais e Educadores: ensinem as crianças a terem amor em relação ao planeta. Elas são o futuro e é exatamente elas quem mais sofrerão as conseqüências da não preservação;

8. Ande mais de bicicleta, faz muito bem à saúde e também ao meio ambiente.

            O planeta precisa de nós, já o agredimos durante muito tempo. Agora é hora de ajudarmos ele para que o futuro das nossas crianças esteja garantido. E, acredite: é exatamente a força dessa conscientização e dessa união que poderá, um dia, “curar” nosso planeta.

 Por Oscar Campos Neto. Fundador da Pão & Ecologia e da Cia Ecológica.

A seguir fotos sobre  sustentabilidade:

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Permacultura

Por Sérgio Pamplona 

Permacultura é algo fácil de identificar com um monte de desejos pessoais profundos entre aquelas pessoas que sonham com paz, harmonia e abundância. Mas leva-se muito tempo para entender. Não se sinta desencorajado o leitor que está ansioso por conhecer a Permacultura ou aquele que julgava tê-la compreendido: os conceitos estão dados e são até bastante claros. A verdade é que as coisas mais importantes da vida exigem tempo e dedicação, tanto mais quando representam quebras de paradigmas.

Assumir para nossas vidas aquilo que é radicalmente novo não é tarefa fácil – no mais das vezes enfrentamos nossos próprios limites de compreensão e aceitação. Por isso, é preciso coragem, fé e determinação para tornar-se um permacultor. E tomar o tempo como aliado.
Nas palavras de Bill Mollison de que mais gosto, a Permacultura é “uma tentativa de se criar um Jardim do Éden”, bolando e organizando a vida de forma a que ela seja abundante para todos, sem prejuízo para o meio ambiente. Parece utópico, mas nós praticantes sabemos que é algo possível e para o qual existem princípios, métodos e estratégias bastante factíveis. Os exemplos estão aí, para quem quiser ver, nos cinco continentes e em mais de uma centena de países.

Conceitos

Os australianos Bill Mollison e David Holmgren, criadores da Permacultura, cunharam esta palavra nos anos 70 para referenciar “um sistema evolutivo integrado de espécies vegetais e animais perenes úteis ao homem”. Estavam buscando os princípios de uma Agricultura Permanente. Logo depois, o conceito evoluiu para “um sistema de planejamento para a criação de ambientes humanos sustentáveis” , como resultado de um salto na busca de uma Cultura Permanente, envolvendo aspectos éticos, socioeconômicos e ambientais.
Para tornar o conceito mais claro, pode-se acrescentar que a Permacultura oferece as ferramentas para o planejamento, a implantação e a manutenção de ecossistemas cultivados no campo e nas cidades, de modo a que eles tenham a diversidade, a estabilidade e a resistência dos ecossistemas naturais. Alimento saudável, habitação e energia devem ser providos de forma sustentável para criar culturas permanentes.
No centro da atividade do permacultor está o design, tomado como planejamento consciente para tornar possível, entre outras coisas, a utilização da terra sem desperdício ou poluição, a restauração de paisagens degradadas e o consumo mínimo de energia. Este processo, segundo André Soares, permacultor do Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado – IPEC, deve ser dinâmico, contínuo e orientado para a aplicação de padrões naturais, contendo sub-processos de organização de elementos dentro de determinados contextos.
No primeiro nível, a ação do permacultor volta-se principalmente para áreas agrícolas com o propósito de reverter situações dramáticas de degradação sócio-ambiental. “Culturas não sobrevivem muito tempo sem uma agricultura sustentável”, assegura Bill Mollison. No entanto, os sistemas permaculturais devem evoluir, com designs arrojados, para a construção de sociedades economicamente viáveis, socialmente justas, culturalmente sensíveis, dotadas de agroecossistemas que sejam produtivos e conservadores de recursos naturais.
Cooperação e solidariedade
A Permacultura exige uma mudança de atitude que consiste basicamente em fazer os seres humanos viver de forma integrada ao meio ambiente, alimentando os ciclos vitais da natureza. Como ciência ambiental, reconhece os próprios limites e por isso nasceu amparada por uma ética fundadora de ações comuns para o bem do sistema Terra.
Mollison e Holmgren buscaram princípios éticos universais surgidos no seio de sociedades indígenas e de tradições espirituais, que estão orientados na lógica básica do universo de cooperação e solidariedade. Não é possível praticar a Permacultura sem observá-los.
Primeiro, será preciso assumir a ética do cuidado com a Mãe-Terra para garantir a manutenção e a multiplicação dos sistemas vivos. Depois, o cuidado com as pessoas para a promoção da autoconfiança e da responsabilidade comunitária. E por fim, aprender a governar nossas próprias necessidades, impor limites ao consumo e repartir o excedente para facilitar o acesso de todos aos recursos necessários à sobrevivência, preservando-os para as gerações futuras.
Como parte dos sistemas vivos da Terra e tendo desenvolvido o potencial para desfazer a sustentabilidade do planeta, nós temos como missão criar agora uma sociedade de justiça, igualdade e fraternidade, a começar pelos marginalizados e excluídos, com relações mais benevolentes e sinergéticas com a natureza e de maior colaboração entre os vários povos, culturas e religiões.
Toda ética tem a ver com práticas que querem ser eficazes. “A ética da Permacultura serve bem para iluminar nossos esforços diários de trabalho com a natureza a partir de observações prolongadas e cuidadosas, com base nos saberes tradicionais e na ciência moderna, substituindo ações impensadas e imaturas por planejamento consciente”, assevera Bill Mollison. A chave é estabelecer relações harmoniosas entre as pessoas e os elementos da paisagem.
Design para a sustentabilidade
O trabalho do permacultor está baseado em princípios e métodos de design para orientar padrões naturais de crescimento e regeneração, em sistemas perenes, abundantes e auto-reguladores.
Earle Barnhart, permacultor de Massachussets (USA), escreveu que a regra cardinal do projeto da permacultura é maximizar as conexões funcionais. Isso quer dizer, combinar as qualidades de elementos da natureza e de elementos da criação humana para construir sistemas de armazenamento de energia. Não haveria nada de revolucionário nisso se as sociedades modernas agissem com base no bom senso.
Mas a história é bem outra e, por isso, a Permacultura, embora seja a “ciência do óbvio”, como gostam de dizer alguns de nós, está fazendo revoluções nas cabeças de jovens, adultos e idosos, oferecendo-lhes, em vez de sistemas fechados e fragmentários, o paradigma holístico contemporâneo, que tudo articula e re-laciona, para a construção de projetos abertos ao infinito.
As estratégias de design da Permacultura não existem apenas para o planejamento de propriedades abundantes em energia – este é apenas o primeiro nível de ação do permacultor. É possível desenhar também sistemas de transporte, educação, saúde, industrialização, comércio e finanças, distribuição de terras, comunicação e governança, entre outros, para criar sociedades prósperas, cooperativas, justas e responsáveis. O sonho é possível: a ética cria possibilidades de consensos, coordena ações, coíbe práticas nefastas, oferece os valores imprescindíveis para podermos viver bem.
A história da Permacultura no Brasil

Não faz muito tempo, em 1992, Bill Mollison ministrou um curso de Permacultura no Rio Grande do Sul e estabeleceu um marco inaugural: de lá para cá, a Permacultura desenvolveu-se no Brasil, conquistando dia após dia um número crescente de praticantes.
Hoje, a Permacultura encontra-se nas esferas governamentais e surge como projeto alternativo de criação do primeiro emprego para jovens entre 16 e 24 anos. Este ano, cerca de 1.300 jovens do Distrito Federal e municípios do entorno serão capacitados para trabalhar com os princípios da Permacultura e criar redes de empreendimentos agroindustriais. O projeto é da Agência Mandalla DHSA e tem financiamento do Ministério do Trabalho e Emprego.
A Agência Mandalla DHSA, com sede na Paraíba, é uma OSCIP que está desenvolvendo tecnologias Sociais com base na ética e nos princípios e métodos de design permacultural, alcançando para a Permacultura a maior repercussão já vista no país (leia seção da página 4). Em menos de três anos, chegou a mais de 80 municípios de nove estados brasileiros, beneficiando diretamente duas mil pessoas com a garantia da segurança alimentar e a geração de excedentes para a comercialização. Entre as famílias beneficiadas, a renda média é de R$400,00 ao mês, sendo que há exemplos de agricultores auferindo renda mensal de R$1.700,00.
Os Institutos de Permacultura

São oito no total, atuando de forma diversa. Aqueles que fundaram a RBP, Rede Brasileira de Permacultura (IPAB, em Santa Catarina, IPA, no Amazonas, IPEC, em Goiás e IPEP, no Rio Grande do Sul), funcionam como centros de pesquisa, formação e demonstração de tecnologias apropriadas, com apoio financeiro da PAL – Permacultura América Latina, instituição comandada pelo iraniano Ali Sharif, com sede em Santa Fé, Estados Unidos. A única exceção é o IPAB, que não possui centro demonstrativo e, por isso, atua de forma independente, dispensando financiamentos vindos do estrangeiro através da PAL.
A ação institucional do IPAB está voltada para pequenos agricultores e tem a parceria de sindicatos, prefeituras, ONGs e movimentos sociais. Os sistemas permaculturais fomentados pelo IPAB estão nas Unidades de Produção Familiar. O instituto atua também na multiplicação de conhecimentos em Permacultura através do Projeto de Formação de Professores.
A exemplo do IPAB, o Instituto de Permacultura da Bahia (IPB), o Instituto de Permacultura
Cerrado Pantanal e o IPEMA (Instituto de Permacultura da Mata Atlântica), possuem projetos sociais e muitos parceiros, mas não fazem parte da RBP. A título de ilustração, cito o Projeto Policultura no Semi-Árido, implantado no sertão da Bahia, atendendo hoje 700 famílias de pequenos agricultores. Com o apoio do IPB, as famílias estão desenvolvendo sistemas agroflorestais e garantindo para si segurança alimentar, trabalho e renda. O projeto ajuda os sertanejos a combater a desertificação e conviver harmoniosamente com a caatinga.
O IPOEMA (Instituto de Permacultura: Organização, Ecovilas e Meio Ambiente), no Distrito Federal, que é o mais novo entre os institutos brasileiros, vai atuar fortemente no atendimento a comunidades locais e tradicionais, além de trabalhar com pesquisa e formação de novos permacultores.
Por enquanto, há pouca ou nenhuma interação entre os institutos de Permacultura do Brasil.

Escola de Consumo Responsável levará conscientização para supermercados do país

Educaçao ambiental

Foto: Esther Perez

Fiscais, supervisores, gerentes e encarregados dos supermercados de todo o país serão treinados para ensinar aos seus funcionários e clientes como utilizarem adequadamente as sacolas plásticas sem que haja prejuízo ao meio ambiente. A ação faz parte do projeto Escola de Consumo Responsável, que levará, por todo o Brasil, as práticas de redução do uso excessivo, reutilização e descarte adequado das sacolinhas.

Com o objetivo de ampliar o alcance dos conceitos sustentáveis sobre consumo e descarte de sacolas plásticas, a iniciativa busca transformar as lideranças das redes varejistas em agentes multiplicadores do conceito de sustentabilidade.

O treinamento será feito em aulas de quatro horas, ministrada por instrutores previamente preparados e com apoio de material didático. Com isso, os organizadores do projeto pretendem levá-lo a cada supermercado do país que tiver interesse em aderir ao movimento.

“O resultado prático é a redução do desperdício das sacolas plásticas, além da conscientização e o maior envolvimento da população nas questões sustentáveis”, afirmou Paulo Dacolina, diretor Superintendente do Instituto Nacional do Plástico (INP), uma das entidades idealizadoras deste projeto.

Com o lançamento oficial previsto para quinta-feira, 21 de outubro, a Escola segue ao princípio de que a preservação ambiental é responsabilidade de todos: poder público, iniciativa privada e população. Para isso, além dos treinamentos, também irá promove sacolas produzidas dentro da Norma ABNT 14937, que, por serem mais resistentes, podem ser usadas em menor quantidade, evitando seu desperdício e permitindo ainda sua reutilização.

A Escola de Consumo Responsável já está em funcionamento no Rio de Janeiro, onde mais de 400 colaboradores de sete supermercados já foram treinados. “O trabalho seguirá por todo o país, para que a população possa continuar usufruindo dos benefícios das sacolinhas; praticidade, durabilidade, economia, higiene, e ainda garantir a preservação do meio ambiente”, completou Dacolina.

Lançamento oficial no Rio de Janeiro

A capital carioca foi escolhida para sediar o lançamento graças ao sucesso alcançado com o piloto do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, que envolve indústria, varejo e população na questão da responsabilidade compartilhada para o meio ambiente. “Em um mês, o Rio de Janeiro foi a cidade que alcançou o maior índice de redução no desperdício de sacolas plásticas – 15%”, informou Dacolina.

O Programa chegou, em dois anos, a sete capitais brasileiras (São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Goiânia, Brasília, Rio de Janeiro e Recife) e, ainda em 2010, será implantado em Belo Horizonte (MG) e Florianópolis (SC). “Nesse período, o programa conseguiu reduzir em 3,9 bilhões o número de sacolas usadas no Brasil”, afirmou Paulo Dacolina. “Com a Escola de Consumo Responsável, o alcance do trabalho de conscientização será ainda maior”.

Os interessados em participar dos treinamentos e levar a Escola de Consumo Responsável a sua cidade devem entrar em contato com o Instituto Nacional do Plástico (INP) pelo e-mail: inp@inp.org.br.

Fonte: ecodesenvolvimento.org.br

Rio de Janeiro visa redução de sacolas plásticas

O Rio de Janeiro visa reduzir o consumo de embalagens plásticas em 30%, em um ano. Essa meta faz parte do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, que teve início no dia 6 de maio. No total são 15 lojas participantes, das redes Pão de Açúvar, Prezunic e Princesa.

O programa visa diminuir a quantidade de sacolas plásticas utilizadas pela força e resistência do material. Sacolas mais seguras aumentam a capacidade de peso dos produtos e evitam o duplo uso. Para isso, elas serão feitas nos padrões da norma ABNT 14937 e ganharão selo de qualidade Abief-INP.

De acordo com uma pesquisa do IBOPE, 100% das donas de casa reutilizam as sacolas plásticas para embalar o lixo doméstico, 75% são a favor do seu fornecimento pelo varejo e 71% acham que são o meio ideal para transportarem as compras.

Outras cidades também já participam do programa, Brasília (DF), Goiânia (GO), Porto Alegre (RS), Salvador (BA) e São Paulo (SP). com isso, o número de consumo de sacolas plásticas já diminuiu em 16,2%, desde 2007.

Recife (PE) e Florianópolis (SC) também receberão o programa ainda em 2010. A adoção de sacolas mais resistentes pelo comércio pode contrinuir para o descarte responsável do plástico pela pópulação.

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br