Tijolo Ecológico é opção econômica para a construção civil – Casas Ecológicas e Sustentáveis

Ele constrói a casa do rico e do pobre. É matéria-prima básica na maioria das construções do país. É conhecido apenas por tijolo, mas há alguns anos mais uma palavra foi acrescentada ao seu nome: ecológico. Em tempos de aquecimento global, o tijolo ecológico ou tijolo modular destaca-se por não poluir. Mas as vantagens não são apenas para o meio ambiente, são também para o conforto, para a estética e o mais interessante, para o bolso.

Ecotijolos

Tijolo Ecológico, Tijolo Canaleta e Meio-tijolo

Fabricado  em uma olária ecológica em Goiânia, a Ecotijolos, o tijolo é ecológico porque diferentemente do tijolo convencional não precisa ser cozido em fornos, eliminando assim a utilização de lenha e a derrubada de dez árvores para a fabricação de mil tijolos. Sem lenha também não há fumaça e, por conseqüência, não há emissão de gases de efeito estufa. Além disso, sua composição é formada por terra, água e cimento.

Segundo estudos realizados em todo o Brasil, o sistema construtivo dos Tijolos Ecológicos traz para a obra, de 20 até 40% de economia com relação ao sistema construtivo convencional. Um dos motivos é que não há desperdício, como neste último. “Hoje em uma obra convencional cerca de 1/3 do material vai para o lixo”. A seguir algumas vantagens desta tecnologia construtiva:

  1. Diminui o tempo de construção em 30% com relação a alvenaria convencional, devido aos encaixes que favorecem o alinhamento e prumo da parede;
  2. Estrutura As colunas são embutidas em seus furos, distribuindo melhor a carga de peso sobre as paredes. CRIANDO UMA ESTRUTURA MUITO MAIS SEGURA!
  3. Redução de uso de madeiras nas caixarias dos pilares e vigas em quase zero;
  4. Economia de 70% do concreto e argamassa de assentamento;
  5. Economia de 50% de ferro;
  6. Os Tijolos Ecológicos são curados com água e sombra, diferente dos tijolos convencionais que dependem da queima de milhares de lenhas queimando em fornos e contribuindo demasiadamente com o aquecimento global e com desmatamentos;
  7. Durabilidade maior do que o tijolo comum, pois chega a ser até 6 x mais resistente;
  8. Alivia o peso sobre a fundação evitando gastos desnecessários com  estacas mais profundas e sapatas maiores;
  9. Fácil acabamento. Se preferir não precisa rebocar e pintar, economizando mais ainda. Os Tijolos Ecológicos já possuem um lindo acabamento, semelhante aos tijolos aparentes, necessitando o uso de apenas um impermeabilizante a base de silicone ou acrílico, e rejunte flexível (varias cores da vedacit e votaran);
  10. Revestimento é simples usando-se direto sobre tijolo apenas uma fina camada (5mm) de reboco, textura, gesso ou graffiato;
  11. O assentamento dos azulejos é direto sobre os tijolos;
  12. Obra mais limpa e sem entulhos;
  13. Acústica Como o tijolo ecológico possui dois furos, as paredes formam um isolamento acústico, diminuindo os ruídos provocados na rua para o interior da casa.
  14. Isolamento Térmico (calor) – O furo dos tijolos, são importantes pois formam câmaras térmicas evitando com isso que o calor que esta do lado de fora penetre no interior da residência. Com isso a temperatura interna é inferior a externa. UMA CASA BEM FRESCA NAQUELES DIAS DE CALOR INTENSO!
  15. Isolamento Térmico (frio) – Com o Frio acontece ao contrario, pois a temperatura da casa fica mais quente do que a externa. TEMPERATURA SEMPRE AQUECIDA NOS DIAS FRIOS!
  16. Proteção de Umidade – Esses furos também propiciam a evaporação do ar, evitando com isso, a formação de umidade nas paredes e interior da construção, que causa danos à saúde e danos materiais.
  17. Instalações Hidráulicas – Toda a tubulação é embutida em seus furos dispensando a quebra de paredes, como na alvenaria convencional. SEM DESPERCÍOS COM “QUEBRA-QUEBRA”!
  18. Instalações Elétricas – Como as instalações hidráulicas, também são embutidas nos furos, dispensando conduites e caixas de luz, podendo os interruptores e tomadas serem fixados, diretamente sobre os tijolos.
  19. A PRATICIDADE DESTE TIJOLO FARÁ SUA OBRA SER MUITO MAIS RÁPIDA!

O processo inicia com a peneiração da terra, em seguida é feito a mistura de solo, cimento e água no misturador. Depois de pronta a mistura segue para a prensa hidráulica. São 6 toneladas de pressão que transformam a massa em tijolos ecológicos. Na seqüência, os tijolos passam pelo processo de hidrocura, ou seja são curados com água durante 20 dias até adquirirem a resistência adequada.

Pronto, o tijolo mede 12,5 cm de largura, 25 cm de comprimento e 6,5 cm de altura. E em conjunto com os tijolos também são fabricados os tijolos – canaletas e os meio-tijolos para que a construção fique perfeito e toda modulada. Os Tijolos ecológicos também são conhecidos por tijolos modulares de solo-cimento.

Economicamente viável, ecologicamente correto, visualmente agradável, a alternativa ainda gera novos empregos num setor que, mesmo diante da crise mundial, não foi abalado. O empresário confirma e exemplifica a importância de produções que somam positivamente na economia. “A construção civil é um setor em alta no Brasil e chegou o momento de construírmos de forma sustentável e ecológica. As obras feitas com estes sistema construtivo quase não geram entulhos, que um sério problema ambiental”

Fontes de pesquisa:

http://www.guiadaobra.net/forum/ambiente-saude-seguranca/tijolo-ecologico-opcao-economica-para-construcao-civil-estado-t811.html

Abaixo, segue outro texto legal sobre construção com tijolo ecológico:
http://www.guiadaobra.net/forum/ambiente-saude-seguranca/construcao-sustentavel-com-tijolo-ecologico-curitiba-t1271.html

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Aquecimento global deve forçar migração de população inteira do País-Ilha Kiribati no Sul do Oceano Pacífico

O governo do pequeno arquipélago de Kiribati, no Pacífico Sul, anunciou na quarta-feira, 10 de novembro, que a população inteira do país-ilha, de 100 mil habitantes, terá de ser deslocada se o nível do mar continuar a subir como consequência das mudanças climáticas.

“Para algumas comunidades, já é tarde demais. Não há como protegê-los”, relatou o presidente do Kiribati, Andote Tong. A população do país vive em 33 atóis e em uma ilha vulcânica. Nos últimos anos, as autoridades buscam terras que possam acolher a população, caso o país desapareça.

Tong também demonstrou preocupação com um possível fracasso na 16ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre o Clima (COP16), que será realizada de 29 de novembro a 10 de dezembro, em Cancún (Mexico). Especialistas em política internacional acreditam que a convenção climática dificilmente produzirá um acordo com peso de lei internacional voltado para a redução das emissões de gases-estufa dos países.

No entanto, é provável que haja uma definição no que diz respeito ao financiamento de nações ricas para as mais vulneráveis quanto a medidas de mitigação e adaptação as mudanças climáticas.

Em dezembro de 2009, você viu aqui no EcoD que Tuvalu, pequeno país–ilha localizado na Oceania, conseguiu suspender por algumas horas as negociações da COP15, em Copenhague (Dinamarca), depois de exigir dos líderes mundiais um acordo legal que seja mais restritivo do que o Protocolo de Kyoto.

A iniciativa de Tuvalu levou a uma rara divisão no grupo G77 mais a China, que costuma negociar em bloco pelos países em desenvolvimento. O país-ilha é uma das nações mais ameaçadas pelo aumento do nível dos mares, e teve o apoio de outros integrantes da Associação dos Pequenos Países-Ilha (Aosis, na sigla em inglês), que inclui as ilhas Cook, Barbados e Fiji, além de países pobres da África, como Serra Leoa, o Senegal e Cabo Verde.

por Redação EcoD + Pesquisa Google

EMPRESAS PEDEM QUE GOVERNOS ADOTEM 100% DE ENERGIA LIMPA ATÉ 2050

ENERGIA EÓLICA

Representantes de empresas de 25 países participaram na terça-feira, 5 de outubro, de uma cúpula empresarial sobre mudanças climáticas realizada no México. Os empresários elaboraram uma declaração ao final do evento, na qual defendem que os governos devem estabelecer metas “ambiciosas, mensuráveis e claras” de redução de emissões dos gases causadores de estufa até 2020.

Os empresários constatam que a criação de “economias baixas em carbono é um imperativo social” e estabelecem compromissos em cinco setores: energético, informação e telecomunicações, construção, agricultura e alimentação e transportes.

No setor energético, as companhias acreditam na possibilidade de se ter 100% de energia renovável no planeta até 2050, segundo informou a Agência EFE. “Esta é uma declaração muito importante porque este é o coração do problema: como eliminarmos os combustíveis fósseis. Dizem que podemos fazê-lo com as tecnologias que já existem”, afirmou o diretor-geral do Fundo Mundial para a Natureza, James Leape, na entrevista coletiva final.

“As mudanças climáticas são o maior desafio econômico, ambiental e de desenvolvimento de nosso tempo”, advertiram os empresários por meio da declaração elaborada a menos de dois meses da 16ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre o Clima (COP16), que será realizada em Cancún, no México.

Entre as empresas presentes estavam: Acciona, Alstom, British Telecom, Walmart, Tata, Bimbo, Hewlett Packard, AP Moeller Maersk, Coca-Cola, Siemens, Nestlé, Calera, Cemex, Deloitte, McKinsey e Tria Solar.

A reivindicação das corporações do setor privado em relação aos governos foi feita no mesmo dia em que o Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) acusou as 3.000 maiores empresas do mundo de responsabilidade por um terço dos danos ambientais em 2008.

Segundo o órgão da ONU, o custo dos danos ambientais causados por essas grandes organizações chega ao valor de US$ 2,15 trilhões. O comunicado se baseia em um estudo que calcula o valor monetário do prejuízo da atividade empresarial sobre a natureza e das possíveis cifras futuras destes danos para os investidores.

O custo econômico da atividade humana, em geral, causou prejuízos ao meio ambiente na ordem de US$ 6,6 trilhões em 2008, o equivalente a 11% do PIB (Produto Interno Bruto) mundial, de acordo com o relatório do Pnuma.

Redação
EcoDesenvolvimento

Emissões globais de CO2 caíram 1,3% em 2009, aponta instituto alemão

Aquecimento Global

Crise econômica mundial foi um dos principais fatores para a queda das emissões globais de CO2 em 2009/Foto: Vattenfall

As emissões mundiais de dióxido de carbono (CO2) caíram 1,3% em 2009, passando de 31,5 bilhões de toneladas em 2008 para 31,3 bilhões de toneladas, neste que é considerado o primeiro declínio anual na década, informou o instituto privado alemão da energia renovável (IWR, na sigla em inglês), com base em informação oficial e em pesquisas próprias.

Segundo o IWR, entidade sediada em Muenster, e que atua como conselheira de ministérios alemães, a produção de CO2, diminuiu em razão da crise econômica mundial e do aumento dos investimentos no uso de fontes renováveis de energia para uso na geração energética, aquecimento e transporte.

Apesar da queda de emissões, o IWR manteve a recomendação feita em 2009 de que os investimentos mundiais em energia renovável deveriam ser quadruplicados, passando a €500 bilhões (Us$644,2 bilhões) por ano em todo o mundo, no intuito de reverter à tendência de descontrole na poluição provocada pelo gás-estufa.

A entidade alemã divulgou uma tabela na qual estão listadas as emissões de CO2 de 65 países em 2009, além das recomendações de investimento, com base em um cálculo próprio de quanto cada nação deveria gastar em energia renovável, conforme a respectiva produção, para estabilizar o consumo mundial de combustíveis fósseis. Os dados têm como referência um cenário europeu de permissões de emissões de carbono, com preço fixado em €16 a tonelada. O valor atual de mercado é €14,5.

De acordo com o ranking, a China aparece como a maior emissora, com 7,42 bilhões de toneladas em 2009, seguida dos Estados Unidos, com 5,95 bilhões de toneladas e Rússia, com 1,53 bilhão de toneladas. O Brasil está na 15ª posição, com 414,7 milhões de toneladas em 2009. A estimativa do instituto é de que o país precisa investir Us$6,6 bilhões em energia renovável.

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Depois da COP-15, países procuram articular acordos sobre o clima

Apesar de ter sido considerada um fracasso, a 15ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre o Clima (COP-15) serviu para colocar o tema mudanças climáticas no topo da agenda mundial, razão pela qual fez aumentar a pressão da sociedade civil em relação às economias mais poluidoras.

Embora a falta de um acordo jurídico entre os países em Copenhague (Dinamarca) esteja sendo sentida, também é verdade que algumas nações acabaram se comprometendo, mesmo em caráter voluntário, com metas de redução dos gases causadores de efeito estufa.

Até o momento, 57 governos firmaram compromissos voluntários nesse sentido, seja por intermédio do tão criticado “Acordo de Copenhague” ou de objetivos definidos internamente. Esses países concordam em serem monitorados por um organismo independente, como a Organização das Nações Unidas (ONU), mas não são obrigados a honrar suas metas – o que também os impede de sofrer sanções internacionais.

China - A maior poluidora do planeta

Maior poluidora do Planeta, a China garante que está disposta a reverter tal imagem negativa. O presidente chinês, Hu Jintao, afirmou na terça-feira, 23 de fevereiro, que o país está comprometido com o combate às mudanças climáticas, “tanto em casa quanto em cooperação com o resto do mundo”. No entanto, ele não foi claro sobre quais medidas podem ser adotadas.

Em dezembro de 2009, às vésperas da COP-15, os chineses anunciaram o compromisso voluntário de reduzir suas emissões de gases de efeito estufa entre 40 e 45% até 2020, levando-se em conta os níveis de 2005 e o crescimento econômico do país. Considerada tímida, a medida permitiria que os gases emitidos continuem crescendo, embora em nível inferior ao do PIB da China.

Além da China, listamos para você alguns dos objetivos voluntários de outros países:

* Estados Unidos: reduzir 17% das emissões até 2020, levando -se em conta os níveis de 2005;
* União Europeia: redução de 20% das emissões até 2020, levando-se em conta os níveis de 2020;
* Japão: cortes absolutos de 25% das emissões até 2020, levando-se em conta os níveis de 1990;
* Austrália: redução de 5% das emissões até 2020, levando-se em conta a quantidade emitida em 2000;
* Brasil: cortes entre 36,1% e 38,9% até 2020, levando-se em conta os níveis de 2020;
* Índia: reduzir entre 20% e 25% das emissões até 2020.

O problema é que, segundo os cientistas, a temperatura do planeta tende a aumentar mais do que 2ºC nas próximas décadas mesmo que todas essas nações consigam honrar com seus compromissos voluntários. Reuniões ao redor do mundo estão sendo articuladas pelas lideranças dos países com o objetivo de encontrar uma solução para o problema.

Encontros

Ainda sem data e país definidos, o Fórum das Grandes Economias (MEF, na sigla em inglês) será realizado nos próximos meses, quando o assunto aquecimento global norteará as discussões. Representantes dos 17 maiores poluidores mundiais participarão do encontro, que é patrocinado pelo governo norte-americano. Todavia, já é certo que a conferência não será realizada nos Estados Unidos.

Em abril, uma série de reuniões extras da ONU sobre o clima serão feitas na Alemanha, no intuito de intensificar os esforços de combate ao aquecimento global. “As negociações estão ganhando força novamente após Copenhague. Há uma atmosfera positiva e construtiva e todas as partes estão ansiosas para seguir adiante com as negociações”, garantiu Lykke Friis, ministra dinamarquesa de Clima e Energia.

Vida Sustentável

Torna-se cada vez mais claro que o modo de vida altamente industrializado, em rápida expansão por todo o mundo, não é sustentável. É um estilo de vida que gasta recursos naturais em troca de luxo e lucro rápido, enquanto milhões de pessoas, tanto nos países industrializados como nos países subdesenvolvidos, carecem do mínimo necessário e de emprego digno. O uso desregrado de combustíveis fósseis está provocando um aquecimento global cujas conseqüências poderão ser catastróficas, caso a camada de gelo permanente que cobre a tundra derreta e libere o metano.

Sustentabilidade

A agricultura industrializada, com monoculturas e dependência de fertilizantes artificiais e maquinário pesado, está acelerando a erosão da terra. Agrotóxicos envenenam os agricultores, a vida selvagem, o solo e os alimentos. Os resíduos prejudicam a saúde de todos que comem esses alimentos. Como se não bastasse, a agricultura industrializada usa combustíveis altamente poluidores para ativar as máquinas, fabricar os venenos e transportar os produtos por milhares de quilômetros.

Os animais criados em confinamento são tratados de maneira humilhante e sofrem até a traumática jornada rumo à morte cheia de dor. Infelizmente, milhões de pessoas foram tão corrompidas pelo exemplo dos endinheirados, espiritualmente cegos, que fazem de tudo para copiar seu absurdo estilo de vida. Conseqüentemente, o trabalho mais importante de todos — a produção de alimentos — não é mais valorizado. Foi denegrido pela escravatura.

Os habitantes dos grandes centros urbanos (muitos vivendo em favelas e cortiços), praticamente desconhecem a origem de seus alimentos. O direito básico sem o qual a liberdade política não passa de uma farsa — o direito de usar a terra para suprir as necessidades — foi esquecido.

Muitos produtos encontrados nos supermercados vêm de regiões onde a população não tem o suficiente para comer. Podemos muito bem cultivar tudo o que precisamos. Os alimentos adubados por métodos orgânicos, sem produtos artificiais, usados frescos e não adulterados, são muito mais saudáveis. Muitos podem plantar nos jardins Continuar lendo